Motta defende aumento da mistura de etanol na gasolina para 35%
Durante conferência do agronegócio em SP, presidente da Câmara destacou potencial do biocombustível para fortalecer cadeia produtiva e gerar empregos
J
Juliana Tourinho
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, defendeu nesta segunda-feira (20) o aumento da mistura de etanol na gasolina de 30% para 35%. A declaração foi feita durante a Conferência Internacional Datagro sobre Açúcar e Etanol, realizada em São Paulo, que reuniu autoridades e empresários do setor para discutir o papel dos biocombustíveis na transição energética.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
O evento também marcou os 50 anos do Programa Nacional do Álcool, o Proálcool, e reforçou o protagonismo do Brasil na substituição do combustível fóssil por fontes mais limpas e renováveis.
“Hoje nós já temos 30% da mistura da gasolina com etanol e vamos lutar para que avancemos aos 35%. Esse diferencial vai fortalecer ainda mais a cadeia e trazer mais competitividade para o etanol brasileiro”, afirmou Motta.
Desde o dia 1º de agosto, o Brasil passou a adotar 30% de etanol na composição da gasolina, contra os 27% anteriores. A medida busca reduzir o impacto da variação do preço do petróleo e incentivar o uso de energia limpa.
O presidente da Datagro, Plínio Nastari, destacou que a produção de etanol deve ultrapassar 36 bilhões de litros neste ano e lembrou o impacto social do setor. “Cada vez que se abastece com etanol, estamos gerando emprego, tirando crianças das ruas e contribuindo para um ar mais limpo”, afirmou.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também participou do encontro e anunciou projetos voltados à ampliação do uso de biometano e etanol no transporte e na indústria. “São Paulo será o primeiro estado do país a substituir o diesel em sua frota pesada e a abastecer embarcações com etanol”, disse.
Motta defende aumento da mistura de etanol na gasolina para 35%Durante conferência do agronegócio em SP, presidente da Câmara destacou potencial do biocombustível para fortalecer cadeia produtiva e gerar empregosPolítica2025-10-20T23:51:26.223ZO presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, defendeu nesta segunda-feira (20) o aumento da mistura de etanol na gasolina de 30% para 35%. A declaração foi feita durante a Conferência Internacional Datagro sobre Açúcar e Etanol, realizada em São Paulo, que reuniu autoridades e empresários do setor para discutir o papel dos biocombustíveis na transição energética. O evento também marcou os 50 anos do Programa Nacional do Álcool, o Proálcool, e reforçou o protagonismo do Brasil na substituição do combustível fóssil por fontes mais limpas e renováveis. “Hoje nós já temos 30% da mistura da gasolina com etanol e vamos lutar para que avancemos aos 35%. Esse diferencial vai fortalecer ainda mais a cadeia e trazer mais competitividade para o etanol brasileiro”, afirmou Motta. Desde o dia 1º de agosto, o Brasil passou a adotar 30% de etanol na composição da gasolina, contra os 27% anteriores. A medida busca reduzir o impacto da variação do preço do petróleo e incentivar o uso de energia limpa. O presidente da Datagro, Plínio Nastari, destacou que a produção de etanol deve ultrapassar 36 bilhões de litros neste ano e lembrou o impacto social do setor. “Cada vez que se abastece com etanol, estamos gerando emprego, tirando crianças das ruas e contribuindo para um ar mais limpo”, afirmou. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também participou do encontro e anunciou projetos voltados à ampliação do uso de biometano e etanol no transporte e na indústria. “São Paulo será o primeiro estado do país a substituir o diesel em sua frota pesada e a abastecer embarcações com etanol”, disse.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/presidente-da-camara-defende-aumento-da-mistura-de-etanol-na-gasolina-para-35
Tucano Paulo Serra diz que Tarcísio dá continuidade a projeto do PSDB e é diferente de Flávio Bolsonaro; no 2º turno presidencial, partido deve ficar neutro