PF diz que não há solução imediata para barulho de ar-condicionado onde Bolsonaro cumpre pena
Resposta enviada ao STF afirma que o barulho vem do sistema de climatização e que qualquer intervenção exigiria ações complexas
Jessica Cardoso, Paola Cuenca
07/01/2026, 20:03 • Atualizado em 07/01/2026, 20:03
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A sede da superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena | Valter Campanato/Agência Brasil
A Polícia Federal (PF) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (7), que não há uma solução no curto prazo para eliminar ou reduzir o ruído na Sala de Estado-Maior, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre pena.
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No pedido, os advogados alegaram que os ruídos constantes do sistema de ar-condicionado do local “compromete as condições mínimas de tranquilidade, repouso e preservação da saúde do preso”.
Segundo a defesa, o barulho ocorreria de forma contínua, ao longo das 24 horas do dia, provocando uma “perturbação contínua à integridade física e psicológica do custodiado”.
Ao responder ao STF, a PF explicou que a Sala de Estado-Maior está localizada ao lado de áreas técnicas responsáveis pelo funcionamento dos equipamentos de climatização do edifício.
Sobre a possibilidade de resolver o problema, a corporação disse que “não é possível eliminar ou reduzir significativamente esse ruído por meio de medidas simples, ou pontuais”.
Segundo o documento, qualquer intervenção eficaz exigiria obras complexas de infraestrutura e, principalmente, a paralisação total do sistema de climatização por um período prolongado, o que “ocasionaria prejuízo à continuidade dos trabalhos ordinários” da Superintendência Regional da corporação.
A PF também descartou, por ora, alternativas como a mudança do ex-presidente para outro local ou a adoção de soluções técnicas rápidas, como isolamento acústico ou alteração do layout da sala.
Segundo o órgão, “não há, no momento, alternativa física que atenda às exigências de segurança institucional” para a custódia de Bolsonaro.
PF diz que não há solução imediata para barulho de ar-condicionado onde Bolsonaro cumpre penaResposta enviada ao STF afirma que o barulho vem do sistema de climatização e que qualquer intervenção exigiria ações complexasPolítica2026-01-07T20:03:06.146ZA Polícia Federal (PF) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (7), que não há uma solução no curto prazo para eliminar ou reduzir o ruído na Sala de Estado-Maior, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre pena. A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes em resposta a um , após reclamação apresentada pela defesa do ex-presidente. No pedido, os advogados alegaram que os ruídos constantes do sistema de ar-condicionado do local “compromete as condições mínimas de tranquilidade, repouso e preservação da saúde do preso”. Segundo a defesa, o barulho ocorreria de forma contínua, ao longo das 24 horas do dia, provocando uma “perturbação contínua à integridade física e psicológica do custodiado”. Ao responder ao STF, a PF explicou que a Sala de Estado-Maior está localizada ao lado de áreas técnicas responsáveis pelo funcionamento dos equipamentos de climatização do edifício. Sobre a possibilidade de resolver o problema, a corporação disse que “não é possível eliminar ou reduzir significativamente esse ruído por meio de medidas simples, ou pontuais”. Segundo o documento, qualquer intervenção eficaz exigiria obras complexas de infraestrutura e, principalmente, a paralisação total do sistema de climatização por um período prolongado, o que “ocasionaria prejuízo à continuidade dos trabalhos ordinários” da Superintendência Regional da corporação. A PF também descartou, por ora, alternativas como a mudança do ex-presidente para outro local ou a adoção de soluções técnicas rápidas, como isolamento acústico ou alteração do layout da sala. Segundo o órgão, “não há, no momento, alternativa física que atenda às exigências de segurança institucional” para a custódia de Bolsonaro. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/pf-diz-que-nao-ha-solucao-imediata-para-barulho-de-ar-condicionado-onde-bolsonaro-cumpre-pena
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