Pauta-bomba: Durigan pede cautela, e Alcolumbre não dá prazo
Ministro da Fazenda se reuniu com presidente do Senado nesta quarta-feira (15) para falar sobre promulgação da PEC
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Soane Guerreiro, Márcia Lorenzatto
15/07/2026, 20:35 • Atualizado em 15/07/2026, 20:35
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O ministro da Fazenda, Dario Durigan | Washington Costa/MF
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta quarta-feira (15) que pediu cautela ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), antes da promulgação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que concede aposentadoria especial aos agentes comunitários de saúde e de endemias.
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Durigan afirmou que o texto vai passar uma avaliação sobre os impactos nas contas públicas, não só pelo governo federal, como também por estados e municípios.
"Tenho dito que ela [a PEC] não traz as fontes de receita, onerando muito os governos, não só o governo federal, mas também governos de unidades federativas, sem que haja contrapartida de receitas", afirmou Durigan.
Durigan acrescentou que Alcolumbre não fechou nenhum compromisso, e que o governo avalia recorrer ao Supremo Tribunal Federal.
"Davi [Alcolumbre] vai avaliar o melhor momento de promulgação. O próprio texto em si deve passar por uma reavaliação em termos de impacto antes da promulgação. E a gente vai avaliar. Mas é possível e provável que haja um questionamento do ponto de vista fiscal da PEC no Supremo", disse.
Interlocutores de Alcolumbre afirmam que ele ainda não definiu a data da sessão de promulgação da matéria e que, no momento, não há qualquer decisão nesse sentido. Dessa forma, a sessão deve ficar para depois do recesso.
Pauta-bomba: Durigan pede cautela, e Alcolumbre não dá prazoMinistro da Fazenda se reuniu com presidente do Senado nesta quarta-feira (15) para falar sobre promulgação da PECPolítica2026-07-15T20:35:46.133ZO ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta quarta-feira (15) que pediu cautela ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), antes da promulgação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que concede aposentadoria especial aos agentes comunitários de saúde e de endemias. Durigan afirmou que o texto vai passar uma avaliação sobre os impactos nas contas públicas, não só pelo governo federal, como também por estados e municípios. "Tenho dito que ela [a PEC] não traz as fontes de receita, onerando muito os governos, não só o governo federal, mas também governos de unidades federativas, sem que haja contrapartida de receitas", afirmou Durigan. Durigan acrescentou que Alcolumbre não fechou nenhum compromisso, e que o governo avalia recorrer ao Supremo Tribunal Federal. "Davi [Alcolumbre] vai avaliar o melhor momento de promulgação. O próprio texto em si deve passar por uma reavaliação em termos de impacto antes da promulgação. E a gente vai avaliar. Mas é possível e provável que haja um questionamento do ponto de vista fiscal da PEC no Supremo", disse. Interlocutores de Alcolumbre afirmam que ele ainda não definiu a data da sessão de promulgação da matéria e que, no momento, não há qualquer decisão nesse sentido. Dessa forma, a sessão deve ficar para depois do recesso.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/pauta-bomba-durigan-pede-cautela-e-alcolumbre-nao-da-prazo
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