Mais cedo, o SBT News revelou que a Polícia Federal apresentou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), os novos delegados responsáveis pelo caso. O pedido de quebra de sigilo envolvendo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), havia sido feito durante a gestão do delegado substituído.
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Em publicação nas redes sociais, Carlos Viana afirmou ter encaminhado um ofício ao diretor-geral da PF pedindo esclarecimentos sobre a mudança.
"Trocar o delegado responsável pelo caso em um momento tão sensível exige transparência absoluta e respostas claras à sociedade", escreveu o senador.
Viana também afirmou que, como presidente da CPMI do INSS, acompanhou de perto o caso – que classificou como "uma das maiores fraudes morais já praticadas contra aposentados e pensionistas".
Já o deputado Sóstenes Cavalcante anunciou que protocolou um requerimento para convocar o diretor-geral da Polícia Federal à Câmara dos Deputados.
Segundo o parlamentar, a substituição do delegado "gera questionamentos legítimos por parte da sociedade brasileira".
"O povo brasileiro merece transparência, explicações claras e garantia de que não haverá qualquer interferência nas investigações", escreveu o líder do PL no X (antigo Twitter).
Sóstenes fala em "grande escândalo"
Em entrevista ao SBT News nesta sexta-feira (15), no Rio de Janeiro, Sóstenes Cavalcante chamou a troca do delegado durante o andamento das investigações de "grande escândalo".
"É preocupante, este é o Brasil. Quando se investiga o filho do presidente da República... aí se troca o delegado", afirmou.
O deputado também comparou o episódio com a repercussão envolvendo tentativas de mudanças na Polícia Federal durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
"Se fosse na época de Bolsonaro, só porque ele quis nomear o superintendente da Polícia Federal, que era atribuição dele, aí o STF interfere e faz tudo", declarou.
Em abril de 2020, o então ministro da Justiça do governo Bolsonaro, Sérgio Moro, pediu demissão e acusou o presidente à época de interferir na direção da Polícia Federal.
Oposição cobra explicações após PF trocar delegado de inquérito do INSS, que investiga LulinhaCarlos Viana (PSD-MG) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) criticam mudança no comando do caso e pedem transparência à Polícia FederalPolítica2026-05-15T17:40:24.359ZA provocou reação de parlamentares da oposição nesta sexta-feira (15). O senador Carlos Viana (PSD-MG), ex-presidente da CPMI do INSS, e o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), cobraram explicações da direção-geral da PF sobre a substituição no comando da investigação. Mais cedo, o SBT News revelou que a Polícia Federal apresentou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), os novos delegados responsáveis pelo caso. O pedido de quebra de sigilo envolvendo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), havia sido feito durante a gestão do delegado substituído. Em publicação nas redes sociais, Carlos Viana afirmou ter encaminhado um ofício ao diretor-geral da PF pedindo esclarecimentos sobre a mudança. "Trocar o delegado responsável pelo caso em um momento tão sensível exige transparência absoluta e respostas claras à sociedade", escreveu o senador. Viana também afirmou que, como presidente da CPMI do INSS, acompanhou de perto o caso – que classificou como "uma das maiores fraudes morais já praticadas contra aposentados e pensionistas". Já o deputado Sóstenes Cavalcante anunciou que protocolou um requerimento para convocar o diretor-geral da Polícia Federal à Câmara dos Deputados. Segundo o parlamentar, a substituição do delegado "gera questionamentos legítimos por parte da sociedade brasileira". "O povo brasileiro merece transparência, explicações claras e garantia de que não haverá qualquer interferência nas investigações", escreveu o líder do PL no X (antigo Twitter). Sóstenes fala em "grande escândalo" Em entrevista ao SBT News nesta sexta-feira (15), no Rio de Janeiro, Sóstenes Cavalcante chamou a troca do delegado durante o andamento das investigações de "grande escândalo". "É preocupante, este é o Brasil. Quando se investiga o filho do presidente da República... aí se troca o delegado", afirmou. O deputado também comparou o episódio com a repercussão envolvendo tentativas de mudanças na Polícia Federal durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. "Se fosse na época de Bolsonaro, só porque ele quis nomear o superintendente da Polícia Federal, que era atribuição dele, aí o STF interfere e faz tudo", declarou. Em abril de 2020, o então ministro da Justiça do governo Bolsonaro, Sérgio Moro, pediu demissão e acusou o presidente à época de interferir na direção da Polícia Federal. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/oposicao-cobra-explicacoes-apos-pf-trocar-delegado-de-inquerito-do-inss-que-investiga-lulinha
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