Política

Marina Silva despista sobre disputa e cita outros nomes para o Senado em SP

Ministra do Meio Ambiente afirmou que está disposta a construir uma candidatura, mas que decisão será tomada por lideranças

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede-SP), afirmou nesta sexta-feira (20) que está disposta a construir uma candidatura para o Senado, mas que a discussão sobre nomes para uma chapa da esquerda será feita por diversas lideranças partidárias na busca pelo o que "é melhor para São Paulo e para o Brasil".

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"A gente vai discutir para chegar a qual é a melhor contribuição que as lideranças — seja Márcio França, eu, Simone [Tebet], Haddad, Alckmin — podemos dar para São Paulo e para o Brasil", disse em entrevista ao Radar News.

Segundo ela, uma frente ampla da esquerda está unida em torno de um projeto político que defenda políticas "civilizatórias". Ela destacou o combate ao feminicídio e à mudança do clima como debates fundamentais, tanto na esfera estadual quanto nacional.

"Para dar um basta é preciso reconhecer a igualdade de direitos das mulheres. Devemos estar mobilizadas", afirmou.

Mudança de partido

Questionada sobre uma possível mudança de partido, em meio a um racha dentro da Rede Sustentabilidade, Marina afirmou que sua prioridade é se manter na legenda.

"Meu esforço, nesse momento, é de manter a Rede Sustentabilidade. Tem uma divergência interna, que é forte. Eu estou focada em preservar os princípios e valores da Rede", destacou.

Desde o ano passado, o partido do qual Marina Silva é cofundadora passa por uma disputa interna entre os membros liderados por ela e pela ex-senadora Heloisa Helena. Há negociações em andamento para que a ministra migre para outra sigla. PT, PSOL e PSB estariam entre as legendas cogitadas por ela.

Tebet confirmou disputa por vaga

Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, confirmou na semana passada que irá mudar o domicílio eleitoral do Mato Grosso do Sul para São Paulo para disputar uma das duas vagas ao Senado no maior colégio eleitoral do país. Ela foi convencida pelo presidente Lula (PT) e o vice Geraldo Alckmin (PSB).

Para concorrer em São Paulo, Tebet deve trocar o MDB pelo PSB. Ela ponderou, no entanto, que essa mudança ainda está sendo negociada.

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