Política

Marçal não descarta concorrer à Presidência em 2026; entenda

Em evento de campanha, político do PRTB à Prefeitura diz que vai se candidatar ao Planalto com uma condição

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SBT News
04/09/2024, 01:42 • Atualizado em 04/09/2024, 01:44
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Pablo Marçal, candidato do PRTB à prefeitura de São Paulo. Foto: Reprodução/Redes Sociais

Pablo Marçal, candidato do PRTB à prefeitura de São Paulo. Foto: Reprodução/Redes Sociais

O candidato do PRTB à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal, reconheceu, em evento de campanha nesta terça-feira (3), a possibilidade de disputar a Presidência da República em 2026. O ex-coach analisa que só entraria na disputa em um cenário: se o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, morresse. "Não que eu esteja torcendo, mas se Lula morrer, eu serei candidato", disse.

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Na avaliação de Marçal, com Jair Bolsonaro inelegível e Lula com saúde para disputar um novo mandato, não haveria como ganhar do petista. É a primeira vez que o candidato fala na possibilidade de não cumprir o mandato até o final caso seja eleito prefeito. Na noite de segunda-feira (2), no programa Roda Viva, Marçal disse que não deixaria a prefeitura para disputar outro cargo.

Pablo Marçal tem 21% das intenções de voto, de acordo com a última pesquisa Datafolha, de 22 de agosto. Está em empate técnico com Guilherme Boulos (Psol), que tem 23%, e com o prefeito Ricardo Nunes (MDB), com 19%.

Marçal distribuiu adesivos da campanha na região do Ibirapuera, na tarde de terça, e evitou confirmar presença em ato convocado por Bolsonaro para o próximo sábado, 7 de setembro. Disse que fará uma "grande surpresa".

Marçal já foi presidenciável

Não seria a primeira candidatura presidencial de Marçal. Em 2020, o ex-coach teve a candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral, com a anulação da convenção do Pros que o havia escolhido para a disputa.

Em 2022, ele chegou a se eleger deputado federal pelo Pros, mas teve a candidatura indeferida pelo TSE e não chegou a assumir o cargo. Além disso, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo desaprovou as contas da campanha de Marçal, por omissão de despesas e uso de recursos de origem não identificada.

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