Governo de SP: 2º dia de greve na CPTM é 'injustificável'
Sindicato cobra garantias formais para preservar empregos; gestão nega demissões e promete medidas judiciais
SBT News
Movimento na Estação Itaquera do Metrô/CPTM, devido a greve dos trens | Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil - 04.08.2026
O governo de São Paulo classificou como "injustificável" a decisão dos ferroviários de manter, nesta quarta-feira (5), a greve nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). A paralisação foi tomada em assembleia realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil e entra no seu segundo dia — depois de afetar quase 1 milhão de passageiros e provocar reflexos no trânsito da capital e da Grande São Paulo.
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Em nota divulgada na noite desta terça-feira (4), a gestão estadual afirmou que a continuidade do movimento "impõe graves prejuízos" aos passageiros que dependem do transporte ferroviário para trabalhar, estudar e acessar serviços essenciais. O governo também informou que adotará medidas administrativas e judiciais diante da manutenção da greve.
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Segundo o comunicado, a paralisação contribuiu para que a capital registrasse 720 quilômetros de congestionamento durante a manhã. Por causa dos impactos no transporte público, a Prefeitura de São Paulo decidiu manter suspenso o rodízio municipal de veículos nesta quarta-feira.
A greve ocorre em meio ao processo de concessão das linhas à iniciativa privada. O sindicato afirma que o governo ainda não apresentou garantias formais suficientes para preservar os empregos dos trabalhadores da CPTM e defende a retomada definitiva da operação dos ramais pela estatal.
O governo, por outro lado, nega que haja demissões em curso em razão da concessão. Segundo a gestão estadual, dos 4.648 funcionários empregados pela CPTM em junho, 2.171 permanecem na Linha 10-Turquesa. Os demais estariam incluídos em um plano de realocação para o Metrô, a Artesp, a Arsesp e outros órgãos públicos.
A gestão estadual afirmou ainda que a categoria descumpriu uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) que determinou a manutenção de 80% do efetivo nos horários de pico. Segundo o governo, a CPTM operou com apenas 53% dos funcionários no período de maior demanda da noite.
Para reduzir os impactos no segundo dia de greve, a CPTM e o Metrô voltarão a executar o plano de contingência e reforçarão a operação do sistema de transporte. O governo afirmou ainda que continuará adotando medidas administrativas e judiciais para assegurar a prestação do serviço.
Governo de SP: 2º dia de greve na CPTM é 'injustificável'Sindicato cobra garantias formais para preservar empregos; gestão nega demissões e promete medidas judiciaisPolítica2026-08-05T02:37:32.949ZO governo de São Paulo classificou como "injustificável" a (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). A paralisação foi tomada em assembleia realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil e entra no seu segundo dia — depois de afetar quase 1 milhão de passageiros e provocar reflexos no trânsito da capital e da Grande São Paulo. Em nota divulgada na noite desta terça-feira (4), a gestão estadual afirmou que a continuidade do movimento "impõe graves prejuízos" aos passageiros que dependem do transporte ferroviário para trabalhar, estudar e acessar serviços essenciais. O governo também informou que adotará medidas administrativas e judiciais diante da manutenção da greve. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Segundo o comunicado, a paralisação contribuiu para que a capital registrasse 720 quilômetros de congestionamento durante a manhã. Por causa dos impactos no transporte público, a Prefeitura de São Paulo decidiu manter suspenso o rodízio municipal de veículos nesta quarta-feira. A greve ocorre em meio ao processo de concessão das linhas à iniciativa privada. O sindicato afirma que o governo ainda não apresentou garantias formais suficientes para preservar os empregos dos trabalhadores da CPTM e defende a retomada definitiva da operação dos ramais pela estatal. O governo, por outro lado, nega que haja demissões em curso em razão da concessão. Segundo a gestão estadual, dos 4.648 funcionários empregados pela CPTM em junho, 2.171 permanecem na Linha 10-Turquesa. Os demais estariam incluídos em um plano de realocação para o Metrô, a Artesp, a Arsesp e outros órgãos públicos. Na nota, o ao defender a reestatização dos serviços concedidos. Os ferroviários, por outro lado, afirmam que a greve busca preservar os postos de trabalho e obter garantias formais para os funcionários da CPTM. A gestão estadual afirmou ainda que a categoria descumpriu uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) que determinou a manutenção de 80% do efetivo nos horários de pico. Segundo o governo, a CPTM operou com apenas 53% dos funcionários no período de maior demanda da noite. Para reduzir os impactos no segundo dia de greve, a CPTM e o Metrô voltarão a executar o plano de contingência e reforçarão a operação do sistema de transporte. O governo afirmou ainda que continuará adotando medidas administrativas e judiciais para assegurar a prestação do serviço. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/governo-de-sp-2-dia-de-greve-na-cptm-e-injustificavel
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