Flávio veta suplência de Canella e lança mãe a deputada
Senador toma distância de ex-prefeito de Belford Roxo alvo da PF, mas o mantém na chapa no Rio
Eduardo Gayer
Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio, e Márcio Canella | Reprodução
A operação da Polícia Federal contra Márcio Canella (União-RJ), ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado na chapa bolsonarista, levou a uma mudança pontual no palanque da direita no Rio de Janeiro. Por determinação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, sua mãe, Rogéria Bolsonaro(PL), não será mais suplente de Canella, mas candidata à Câmara dos Deputados.
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Sob reserva, lideranças do PL do Rio admitem que Rogéria foi deslocada para evitar novos desgastes à candidatura do filho. Em 7 de julho, Canella foi alvo da PF no âmbito da Operação Unha e Carne, que investiga o envolvimento de políticos em uma organização criminosa suspeita de usar uma rede de postos de combustíveis no Rio para lavar dinheiro.
O pré-candidato ao Senado chegou a ficar preso por dois dias após um fuzil ter sido encontrado em seu carro durante a operação. Mas o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), entendeu posteriormente que ele conseguiu comprovar que a arma pertencia a um policial militar responsável por sua segurança pessoal.
Nos bastidores, Flávio Bolsonaro foi pressionado a rifar o ex-prefeito de Belford Roxo e entregar a vaga ao Senado, no berço do bolsonarismo, a um nome do PL. A força do União Brasil na Baixada Fluminense, porém, pesou no cálculo político. A solução encontrada foi retirar Rogéria Bolsonaro da suplência, que deixará de caber ao PL.
Com isso, o Rio de Janeiro terá quatro candidatos a deputado federal com o sobrenome Bolsonaro, em uma aposta do PL para ampliar sua bancada. Além de Rogéria, mãe de Flávio e primeira mulher de Jair Bolsonaro, serão candidatos Jean Bolsonaro, Negona do Bolsonaro e Renato Araújo do Bolsonaro. Nenhum deles, porém, é parente do ex-presidente.
Flávio veta suplência de Canella e lança mãe a deputadaSenador toma distância de ex-prefeito de Belford Roxo alvo da PF, mas o mantém na chapa no RioPolítica2026-07-29T19:45:32.657ZA operação da Polícia Federal contra (União-RJ), ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado na chapa bolsonarista, levou a uma mudança pontual no palanque da direita no Rio de Janeiro. Por determinação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, sua mãe, (PL), não será mais suplente de Canella, mas candidata à Câmara dos Deputados. Sob reserva, lideranças do PL do Rio admitem que Rogéria foi deslocada para evitar novos desgastes à candidatura do filho. Em 7 de julho, Canella foi alvo da PF no âmbito da Operação Unha e Carne, que investiga o envolvimento de políticos em uma organização criminosa suspeita de usar uma rede de postos de combustíveis no Rio para lavar dinheiro. O pré-candidato ao Senado chegou a ficar preso por dois dias após um fuzil ter sido encontrado em seu carro durante a operação. Mas o ministro , do Supremo Tribunal Federal (STF), entendeu posteriormente que ele conseguiu comprovar que a arma pertencia a um policial militar responsável por sua segurança pessoal. Nos bastidores, Flávio Bolsonaro foi pressionado a rifar o ex-prefeito de Belford Roxo e entregar a vaga ao Senado, no berço do bolsonarismo, a um nome do PL. A força do União Brasil na Baixada Fluminense, porém, pesou no cálculo político. A solução encontrada foi retirar Rogéria Bolsonaro da suplência, que deixará de caber ao PL. Com isso, o Rio de Janeiro terá quatro candidatos a deputado federal com o sobrenome Bolsonaro, em uma aposta do PL para ampliar sua bancada. Além de Rogéria, mãe de Flávio e primeira mulher de Jair Bolsonaro, serão candidatos Jean Bolsonaro, Negona do Bolsonaro e Renato Araújo do Bolsonaro. Nenhum deles, porém, é parente do ex-presidente.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/flavio-veta-suplencia-de-canella-e-lanca-mae-a-deputada
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