Política

Flávio chama operação da PF sobre ‘Dark Horse’ de ‘fajuta’

Candidato à Presidência pelo PL afirmou novamente que produção sobre Bolsonaro não tem irregularidades e foi feita com investimento privado

Avatar de Jessica Cardoso
Jessica Cardoso
Flávio Bolsonaro durante transmissão ao vivo no YouTube | Reprodução/YouTube @flaviobolsonaro

Flávio Bolsonaro durante transmissão ao vivo no YouTube | Reprodução/YouTube @flaviobolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, classificou como “fajuta” a operação da Polícia Federal (PF) que investiga suspeitas de irregularidades envolvendo o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi feita durante uma live no YouTube nesta quinta-feira (10).

“Hoje fizeram essa operação fajuta para dizer que estavam ali fazendo algo contra o filme do Bolsonaro ou dando a entender que tem alguma coisa errada no filme do Bolsonaro”, afirmou.

Flávio também negou novamente irregularidades na produção e disse que o longa foi financiado com recursos privados.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.

Siga no Google Discover
“Não tem nada de errado com o filme do Bolsonaro. Pode revirar do avesso, pode puxar de cima para baixo, de um lado para o outro, que ali foi tudo redondinho. Investimento privado num filme privado”, declarou.

A operação mencionada pelo senador foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e deflagrada pela PF na manhã desta quinta-feira (10). Batizada de Make Up, a ação apura suspeitas de irregularidades no repasse de emendas parlamentares destinadas ao orçamento de “Dark Horse”.

Entre os alvos estão o deputado federal Mario Frias (PL-SP), produtor-executivo do filme, e Karina Ferreira da Gama, proprietária da Go Up, produtora do longa. Ela também é responsável pelas organizações não governamentais Instituto Conhecer Brasil (ICB) e Academia Nacional de Cultura (ANC).

Segundo as apurações, agentes públicos e privados teriam atuado em uma organização criminosa responsável por repassar valores recebidos para empresas subcontratadas de forma irregular, sem comprovação da efetiva prestação dos serviços contratados.

Últimas notícias