Flávio Bolsonaro chega aos EUA para audiência sobre tarifas
Pré-candidato à Presidência da República desembarca no país a 2 dias de reunião com o governo americano; senador assistirá jogo do Brasil em Washington
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Ighor Nóbrega, Victor Schneider
05/07/2026, 19:27 • Atualizado em 05/07/2026, 19:27
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Flávio Bolsonaro em evento do PL no Rio | Vittor Sales/Divulgação pré-campanha
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, desembarcou na manhã deste domingo (5) em Washington, capital dos Estados Unidos. O objetivo da viagem é participar de audiência do governo norte-americano sobre o tarifaço.
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A chegada de Flávio também coincide com o jogo da Seleção Brasileira pelas oitavas de final da Copa do Mundo FIFA, que será disputado neste domingo, às 17h (horário de Brasília). A partida será realizada no Estádio Nova York Nova Jersey, a menos de 400 km de Washington, de onde o parlamentar acompanhará o jogo.
A agenda oficial do pré-candidato prevê por enquanto apenas sua participação na audiência no Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), marcada para a manhã de terça-feira (7), segundo dia da audiência que debaterá a tarifa de 25% proposta pela Casa Branca aos produtos brasileiros.
“[Flávio] apresentará argumentos técnicos e políticos para demonstrar que a atual política externa brasileira do governo Lula cavou o abismo que hoje ameaça as empresas e as exportações brasileiras", disse em nota a equipe do presidenciável.
A nova tarifa sobre produtos brasileiros foi proposta em junho pelo USTR, na sigla em inglês), que acusou o Brasil de promover práticas desleais e prejudiciais ao comércio norte-americano. É o caso do Pix, de falhas no combate à corrupção e das tarifas relacionadas à importação de etanol.
Antes de ser implementada pelo governo, a proposta precisa passar pela consulta pública. A sessão acontecerá entre os dias 6 e 7 de julho e reunirá representantes de ambos os países de setores como indústria, agronegócio, comércio e tecnologia, além de políticos que solicitaram participação, como Flávio.
Além do pré-candidato ao Planalto, a audiência contará com outros nomes brasileiros. É o caso do aliado bolsonarista Paulo Figueiredo, que terá o direito de fala na segunda-feira (6). O jornalista pediu ao governo Trump que suspenda o tarifaço, dizendo para a gestão focar em sancionar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Welber Barral, representando a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia, também foi confirmado no primeiro dia de audiência, assim como representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Associação Brasileira da Indústria de Arroz, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), da Associação Brasileira da Indústria do Café Solúvel (Abics), e da Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI).
Já no segundo dia, a sessão contará com o ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) Roberto Azevêdo, que falará em nome da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Representantes da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) também estarão presentes.
"O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), desembarcou no início da manhã deste domingo (05) na capital dos Estados Unidos com uma missão clara: participar de uma audiência no Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) para defender as empresas brasileiras das sobretaxas sinalizadas pelo governo dos EUA. “Enquanto o atual presidente manda o dedo do meio para o povo brasileiro, eu vim à Washington defender os brasileiros”.
A viagem do senador é um gesto de patriotismo e defesa, ao contrário da gestão do presidente Lula responsável pelas sobretaxas americanas ao adotar uma postura ideológica antiamericana e embates com o presidente americano Donald Trump.
Lula também foi contra a classificação do PCC e do CV como grupos terroristas, que foi defendida por Flávio Bolsonaro em audiência com o presidente Trump. O governo americano, depois da reunião, classificou ambos os grupos como terroristas, ação comemorada por Flávio e com amplo apoio dos brasileiros.
Flávio participa da audiência na terça-feira (07), quando apresentará argumentos técnicos e políticos para demonstrar que atual política externa brasileira do governo Lula cavou o abismo que hoje ameaça as empresas e as exportações brasileiras. Flávio faz questão de esclarecer também as mentiras sobre o PIX, “Eu vou defender o PIX que foi criado no governo do presidente Bolsonaro e promoveu a inclusão de milhões de brasileiros no sistema bancário. O PIX é sagrado para todos nós brasileiros”.
O senador defende que as atuais sobretaxas também interessam e favorecem ao presidente Lula, já que o governo petista prefere protelar negociações sérias e provocar o governo americano para gerar uma retaliação com punição às empresas brasileiras.
O próprio Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, já afirmou em carta que a audiência conduzida pelo representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, é o canal institucional legítimo para discutir as sobretaxas. O governo Lula não utiliza esta via para defender as empresas brasileiras."
Flávio Bolsonaro chega aos EUA para audiência sobre tarifasPré-candidato à Presidência da República desembarca no país a 2 dias de reunião com o governo americano; senador assistirá jogo do Brasil em WashingtonPolítica2026-07-05T19:27:36.579ZO senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, desembarcou na manhã deste domingo (5) em Washington, capital dos Estados Unidos. O objetivo da viagem é participar de audiência do governo norte-americano sobre o tarifaço. A chegada de Flávio também coincide com o , que será disputado neste domingo, às 17h (horário de Brasília). A partida será realizada no Estádio Nova York Nova Jersey, a menos de 400 km de Washington, de onde o parlamentar acompanhará o jogo. A agenda oficial do pré-candidato prevê por enquanto apenas sua participação na audiência no Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), , segundo dia da audiência que debaterá a tarifa de 25% proposta pela Casa Branca aos produtos brasileiros. “[Flávio] apresentará argumentos técnicos e políticos para demonstrar que a atual política externa brasileira do governo Lula cavou o abismo que hoje ameaça as empresas e as exportações brasileiras", disse em nota a equipe do presidenciável. A nova tarifa sobre produtos brasileiros foi proposta em junho pelo USTR, na sigla em inglês), que acusou o Brasil de promover práticas desleais e prejudiciais ao comércio norte-americano. É o caso do Pix, de falhas no combate à corrupção e das tarifas relacionadas à importação de etanol. Antes de ser implementada pelo governo, a proposta precisa passar pela consulta pública. A sessão acontecerá entre os dias 6 e 7 de julho e reunirá representantes de ambos os países de setores como indústria, agronegócio, comércio e tecnologia, além de políticos que solicitaram participação, como Flávio. Além do pré-candidato ao Planalto, a audiência contará com outros nomes brasileiros. É o caso do aliado bolsonarista Paulo Figueiredo, que terá o direito de fala na segunda-feira (6). O jornalista pediu ao governo Trump que suspenda o tarifaço, dizendo para a gestão focar em sancionar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Welber Barral, representando a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia, também foi confirmado no primeiro dia de audiência, assim como representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Associação Brasileira da Indústria de Arroz, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), da Associação Brasileira da Indústria do Café Solúvel (Abics), e da Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI). Já no segundo dia, a sessão contará com o ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) Roberto Azevêdo, que falará em nome da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Representantes da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) também estarão presentes. Leia a nota do senador Flávio Bolsonaro: "O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), desembarcou no início da manhã deste domingo (05) na capital dos Estados Unidos com uma missão clara: participar de uma audiência no Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) para defender as empresas brasileiras das sobretaxas sinalizadas pelo governo dos EUA. “Enquanto o atual presidente manda o dedo do meio para o povo brasileiro, eu vim à Washington defender os brasileiros”. A viagem do senador é um gesto de patriotismo e defesa, ao contrário da gestão do presidente Lula responsável pelas sobretaxas americanas ao adotar uma postura ideológica antiamericana e embates com o presidente americano Donald Trump. Lula também foi contra a classificação do PCC e do CV como grupos terroristas, que foi defendida por Flávio Bolsonaro em audiência com o presidente Trump. O governo americano, depois da reunião, classificou ambos os grupos como terroristas, ação comemorada por Flávio e com amplo apoio dos brasileiros. Flávio participa da audiência na terça-feira (07), quando apresentará argumentos técnicos e políticos para demonstrar que atual política externa brasileira do governo Lula cavou o abismo que hoje ameaça as empresas e as exportações brasileiras. Flávio faz questão de esclarecer também as mentiras sobre o PIX, “Eu vou defender o PIX que foi criado no governo do presidente Bolsonaro e promoveu a inclusão de milhões de brasileiros no sistema bancário. O PIX é sagrado para todos nós brasileiros”. O senador defende que as atuais sobretaxas também interessam e favorecem ao presidente Lula, já que o governo petista prefere protelar negociações sérias e provocar o governo americano para gerar uma retaliação com punição às empresas brasileiras. O próprio Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, já afirmou em carta que a audiência conduzida pelo representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, é o canal institucional legítimo para discutir as sobretaxas. O governo Lula não utiliza esta via para defender as empresas brasileiras."São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/flavio-bolsonaro-chega-aos-eua-para-audiencia-sobre-tarifas
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