Lula diz que virou amigo de Trump e que vencerá eleições no Brasil na comparação com Tarcísio
Durante jantar com aliados, presidente não citou Flávio Bolsonaro; disse que irá vencer comparando números do governo federal com os de MG e SP


Basília Rodrigues
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou a aliados, em jantar na noite desta quarta-feira (4), que virou “melhor amigo” do presidente americano Donald Trump e que neste ano vai disputar as eleições no Brasil para vencer de novo.
Lula disse que espera ser recebido no salão oval, em março, na viagem aos Estados Unidos. Afirmou que o Brasil tem muito o que colaborar no combate ao narcotráfico, mas que conta com o apoio do governo americano. Lula fará menos viagens ao exterior neste ano porque irá focar em agendas dentro do país.
Sobre o que prepara para campanha, o presidente não falou de Flávio Bolsonaro, segundo relatos. Reforçou que irá vencer na comparação dos números entre o governo federal e os governos locais de adversários políticos. Citou Tarcísio Freitas, de São Paulo, e Romeu Zema, em Minas Gerais, como exemplo de governadores que perdem na comparação das entregas feitas pelo governo Lula.
Queda na inflação e isenção do imposto de renda foram citados como ativos da campanha presidencial.
O encontro descontraído ocorreu ao som de algumas músicas. Entre as canções, tocou “Pra não dizer que não falei de Flores”, de Geraldo Vandré, o que fez o presidente voltar a memórias anteriores às eleições que disputou. Contou que não gostava de política, e que em 1978 votou em Fernando Henrique Cardoso para o Senado.









