Polícia

Dezesseis revólveres da GCM de Várzea Paulista (SP) são furtados de dentro da base da corporação

Armas de fogo foram armazenadas dentro de uma caixa de papelão, que foi lacrada com fita adesiva e colocada dentro do cofre da armaria

Imagem da noticia Dezesseis revólveres da GCM de Várzea Paulista (SP) são furtados de dentro da base da corporação
Fachada da sede da Guarda Civil Municipal de Várzea Paulista, na Grande São Paulo | Foto: Reprodução/Google Maps - 04.02.2026
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Dezesseis revólveres da Guarda Civil Municipal de Várzea Paulista foram furtados de dentro da base da corporação, na rua Jaborandi, Vila Tupi, em Várzea Paulista, na Grande São Paulo. A data em que o crime foi cometido é incerta, podendo ter ocorrido em qualquer dia desde 25 de setembro.

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Guardas civis informaram que, ao realizar vistoria periódica na armaria da base, observaram que os revólveres, calibre .38 SPL (Special), brasonados, não estavam mais na reserva de armamentos. Elas foram armazenadas dentro de uma caixa de papelão, que foi lacrada com fita adesiva e colocada dentro do cofre da armaria.

A última vez em que as armas foram utilizadas foi durante um curso de formação de Guardas Municipais de Piracaia, em conjunto com a Guarda Municipal de Várzea Paulista, entre 19 e 24 de setembro de 2025. O caso foi registrado como furto na delegacia de Várzea Paulista em 29 de janeiro.

Um guarda civil de Várzea Paulista ouvido pela polícia, identificado apenas como Nabas, contou que, em conversa com um colega há cerca de quatro meses, ele contou ter visto a caixa de armas aberta, sem a fita adesiva que a lacrava e que quando esteve na armaria o cofre estava aberto.

Na delegacia, os policiais tomaram conhecimento também dos nomes de quatro guardas que teriam tido acesso constante a armaria nos últimos meses e foram informados de que outros agentes teriam sido escalados para ficar responsáveis pela armaria no período, por falta de efetivo e rotatividade do setor.

Devido a grande quantidade de guardas civis que passaram pelo ambiente e pelo desconhecimento da data do furto, foi inviável requisitar exame pericial na busca por impressões digitais. Os agentes que compareceram na delegacia se comprometem a apresentar documentos que comprovem suas alegações.

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