Bolsonaro: defesa rejeita 'falta grave' e pede domiciliar
Advogados afirmam que investigação e parecer da PGR afastam irregularidades relacionadas à arma apreendida
Soane Guerreiro, José Matheus Santos, Jessica Cardoso
02/07/2026, 23:36 • Atualizado em 02/07/2026, 23:53
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O ex-presidente Jair Bolsonaro | Diego Herculano/Reuters
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu nesta quinta-feira (2) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afaste de forma definitiva qualquer hipótese de falta grave relacionada à arma apreendida e mantenha a prisão domiciliar.
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Em manifestação enviada ao STF, os advogados afirmam que a investigação sobre a pistola Glock calibre 9 milímetros, registrada em nome do ex-presidente e encontrada durante uma blitz, concluiu que Bolsonaro não cometeu nenhuma irregularidade.
"O Peticionário [Bolsonaro] reitera não possuir qualquer interesse na restituição do armamento apreendido [...]. Diante do exposto, considerando, ainda, as razões médicas já submetidas à apreciação de Vossa Excelência, requer seja reconhecido que os elementos coligidos no curso das investigações corroboram as razões anteriormente deduzidas e, à vista da manifestação da Procuradoria-Geral da República, seja definitivamente afastada qualquer cogitação de falta grave, com o regular prosseguimento da execução penal nos moldes atualmente aplicados", afirmou a defesa no documento.
Embora o prazo tenha terminado em 25 de junho, Bolsonaro permanece em casa enquanto aguarda uma decisão do ministro sobre a prorrogação do benefício. O caso da arma apreendida é um dos elementos analisados por Moraes antes de decidir se mantém ou não a prisão domiciliar.
Bolsonaro: defesa rejeita 'falta grave' e pede domiciliarAdvogados afirmam que investigação e parecer da PGR afastam irregularidades relacionadas à arma apreendidaPolítica2026-07-02T23:36:15.670ZA defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu nesta quinta-feira (2) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afaste de forma definitiva qualquer hipótese de falta grave relacionada à arma apreendida e mantenha a prisão domiciliar. Em manifestação enviada ao STF, os advogados afirmam que a investigação sobre a pistola Glock calibre 9 milímetros, registrada em nome do ex-presidente e , concluiu que Bolsonaro não cometeu nenhuma irregularidade. A defesa também cita o Segundo os advogados, não há razão para mudar a forma como a pena está sendo cumprida. "O Peticionário [Bolsonaro] reitera não possuir qualquer interesse na restituição do armamento apreendido [...]. Diante do exposto, considerando, ainda, as razões médicas já submetidas à apreciação de Vossa Excelência, requer seja reconhecido que os elementos coligidos no curso das investigações corroboram as razões anteriormente deduzidas e, à vista da manifestação da Procuradoria-Geral da República, seja definitivamente afastada qualquer cogitação de falta grave, com o regular prosseguimento da execução penal nos moldes atualmente aplicados", afirmou a defesa no documento. Bolsonaro cumpre a por tentativa de golpe de Estado e outros crimes em prisão domiciliar humanitária desde 27 de março. em razão do estado de saúde do ex-presidente. Embora o prazo tenha terminado em 25 de junho, Bolsonaro permanece em casa enquanto aguarda uma decisão do ministro sobre a prorrogação do benefício. O caso da arma apreendida é um dos elementos analisados por Moraes antes de decidir se mantém ou não a prisão domiciliar.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/bolsonaro-defesa-rejeita-falta-grave-e-pede-domiciliar-1