Após recusar PF, Flávio relata ameaças e passa a usar colete
Campanha informa que triplicou o efetivo da equipe de segurança do senador e atribui a escalada dos ataques a declarações de Lula
Jessica Cardoso
Flávio Bolsonaro em evento do PL no Rio | Vittor Sales/Divulgação pré-campanha
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), anunciou nesta quarta-feira (22) o reforço de sua segurança após relatar um aumento nas ameaças contra sua integridade física. Entre as medidas adotadas estão a ampliação da equipe de proteção e o uso permanente de colete à prova de balas.
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Em nota, a campanha informou que o número de policiais responsáveis pela segurança do senador foi triplicado. Todos os agentes integram a Polícia do Senado.
O reforço também inclui o aumento da quantidade de armamentos, equipamentos e viaturas utilizados pelas equipes de segurança. Além disso, um centro de comando funcionará 24 horas por dia, em Brasília, para monitorar e acompanhar em tempo real os deslocamentos do pré-candidato e dar suporte logístico às equipes em campo.
Segundo a campanha de Flávio, um levantamento da equipe de inteligência da Polícia do Senado Federal identificou mais de 2 mil conteúdos com ameaças e incitações de ódio contra o senador desde o início de junho. Desse total, 868 continham ameaças explícitas, 647 incitações à violência, 640 referências codificadas e 133 faziam menção ao planejamento ou à oportunidade de ataques.
A campanha também atribuiu o aumento das ameaças a declarações recentes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a punição por enforcamento aplicada a "traidores da pátria", em referência à Inconfidência Mineira e às ações da família Bolsonaro para buscar apoio dos Estados Unidos.
"Diante do risco iminente à vida do senador, a equipe jurídica da pré-campanha já acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra Lula por crime de incitação à violência", afirmou a campanha na nota.
Após recusar PF, Flávio relata ameaças e passa a usar coleteCampanha informa que triplicou o efetivo da equipe de segurança do senador e atribui a escalada dos ataques a declarações de LulaPolítica2026-07-22T19:58:25.525ZO senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), anunciou nesta quarta-feira (22) o reforço de sua segurança após relatar um aumento nas ameaças contra sua integridade física. Entre as medidas adotadas estão a ampliação da equipe de proteção e o uso permanente de colete à prova de balas. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. As medidas foram anunciadas poucos dias após aos candidatos à Presidência da República por, segundo o senador, não confiar no diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues. Em nota, a campanha informou que o número de policiais responsáveis pela segurança do senador foi triplicado. Todos os agentes integram a Polícia do Senado. O reforço também inclui o aumento da quantidade de armamentos, equipamentos e viaturas utilizados pelas equipes de segurança. Além disso, um centro de comando funcionará 24 horas por dia, em Brasília, para monitorar e acompanhar em tempo real os deslocamentos do pré-candidato e dar suporte logístico às equipes em campo. Aumento de ameaças Segundo a campanha de Flávio, um levantamento da equipe de inteligência da Polícia do Senado Federal identificou mais de 2 mil conteúdos com ameaças e incitações de ódio contra o senador desde o início de junho. Desse total, 868 continham ameaças explícitas, 647 incitações à violência, 640 referências codificadas e 133 faziam menção ao planejamento ou à oportunidade de ataques. A campanha também atribuiu o aumento das ameaças a declarações recentes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a punição por enforcamento aplicada a "traidores da pátria", em referência à Inconfidência Mineira e às ações da família Bolsonaro para buscar apoio dos Estados Unidos. "Diante do risco iminente à vida do senador, a equipe jurídica da pré-campanha já acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra Lula por crime de incitação à violência", afirmou a campanha na nota. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/apos-recusar-pf-flavio-relata-ameacas-e-passa-a-usar-colete
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