O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), candidato à reeleição na chapa com o presidente Lula (PT), afirmou nesta quarta-feira (21) que o governo precisa negociar "um pacto" com Judiciário e Congresso Nacional para realizar um ajuste fiscal nas contas públicas.
"Vamos precisar fazer ajuste fiscal", disse em entrevista à rádio CBN Campinas. "Eu o defendo. Agora, precisamos trazer também nesse pacto o Judiciário, pra estar de acordo. O Congresso, pra não ter pauta-bomba", completou.
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O ex-governador de São Paulo falou do assunto ao comentar a eventual relação de um quarto governo Lula com a composição eleita que atuará na próxima Legislatura do Congresso, ainda mais à direita do que a atual. Para ele, o "importante é mandar bons projetos" e "ganhar a sociedade" para conquistar apoio popular.
"Se população, organizada, tiver do seu lado, Congresso é mais fácil, reage de acordo com a sociedade. Ganhe a sociedade, explique as propostas, o porquê de fazer. Vida pública tem que prestar contas 24 horas. Convencendo a sociedade, é mais fácil o Congresso vir. E convencer também outros poderes", comentou.
Novamente mencionando a necessidade de ajuste nas contas públicas, Alckmin projetou rigor fiscal e derrubada da taxa de juros, atualmente em 13,75% ao ano, como próximos desafios do governo.
"Não posso fazer ajuste fiscal em cima de quem ganha um salário mínimo", falou. "Tem muito espaço de desperdício e privilégio que pode, aí sim, fazer ajuste e ter superávit maior", acrescentou.
Perguntado por jornalistas se aceitaria convite para assumir o Ministério da Fazenda num governo Lula 4, o vice desconversou. "Cada coisa no seu tempo. Tem dois ansiosos na vida: políticos e jornalistas", brincou o também ex-ministro da Indústria na atual gestão petista.
Alckmin: ajuste fiscal depende de pacto com outros poderesCandidato à reeleição na chapa com Lula, vice diz que governo precisa negociar com Judiciário e Congresso para reduzir "desperdício e privilégio"Política2026-10-21T13:46:06.157ZO vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), candidato à reeleição na chapa com o presidente Lula (PT), afirmou nesta quarta-feira (21) que o governo precisa negociar "um pacto" com Judiciário e Congresso Nacional para realizar um ajuste fiscal nas contas públicas. "Vamos precisar fazer ajuste fiscal", disse em entrevista à rádio CBN Campinas. "Eu o defendo. Agora, precisamos trazer também nesse pacto o Judiciário, pra estar de acordo. O Congresso, pra não ter pauta-bomba", completou. 🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! . O ex-governador de São Paulo falou do assunto ao comentar a eventual relação de um quarto governo Lula com a composição eleita que atuará na próxima Legislatura do Congresso, ainda mais à direita do que a atual. Para ele, o "importante é mandar bons projetos" e "ganhar a sociedade" para conquistar apoio popular. "Se população, organizada, tiver do seu lado, Congresso é mais fácil, reage de acordo com a sociedade. Ganhe a sociedade, explique as propostas, o porquê de fazer. Vida pública tem que prestar contas 24 horas. Convencendo a sociedade, é mais fácil o Congresso vir. E convencer também outros poderes", comentou. Novamente mencionando a necessidade de ajuste nas contas públicas, Alckmin projetou rigor fiscal e derrubada da taxa de juros, atualmente em 13,75% ao ano, como próximos desafios do governo. "Não posso fazer ajuste fiscal em cima de quem ganha um salário mínimo", falou. "Tem muito espaço de desperdício e privilégio que pode, aí sim, fazer ajuste e ter superávit maior", acrescentou. Perguntado por jornalistas se aceitaria convite para assumir o Ministério da Fazenda num governo Lula 4, o vice desconversou. "Cada coisa no seu tempo. Tem dois ansiosos na vida: políticos e jornalistas", brincou o também ex-ministro da Indústria na atual gestão petista. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/alckmin-defende-pacto-com-o-judiciario-para-ajuste-fiscal