Alckmin defende redução da maioridade para crimes graves
Vice-presidente apoia a mudança para casos como homicídio e latrocínio; Lula também disse ser favorável, mas defendeu discutir o tema fora da PEC
SBT News
O vice-presidente Geraldo Alckmin durante coletiva | Foto: Júlio César Silva/MDIC
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou nesta quinta-feira (15), em Salvador, ser favorável à redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes graves, como latrocínio e homicídio.
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“Essa proposta do senador Camilo Santana é uma boa proposta. Então ela reduz para os chamados crimes hediondos. Então latrocínio, homicídio doloso, feminicídio, sequestro com morte, então reduz para 16 anos. Eu sou favorável à redução da idade penal para 16 anos. Um jovem com 16 anos pode até votar. A redução para os chamados crimes mais graves, os crimes hediondos”, afirmou.
“Eu sou favorável a reduzir para 16, mas não discutindo nessa PEC. Essa PEC não é para discutir isso. Primeiro você discute a PEC, aprova a PEC e aí você pode discutir a maioridade penal ou não”, afirmou Lula.
A proposta foi apresentada em resposta a uma emenda da oposição, que prevê a redução da maioridade parta 14 anos em crimes mais graves e situações específicas.
A votação da PEC da Segurança Pública foi adiada no Senado nesta quinta-feira (15). O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, retirou a proposta da pauta após divergências sobre as emendas que tratam da maioridade penal.
A PEC, de autoria do governo Lula, já foi aprovada pela Câmara e está em análise no Senado. Governistas pretendiam concluir a votação sem alterações para permitir a promulgação antes do segundo turno da eleição presidencial.
Alckmin defende redução da maioridade para crimes gravesVice-presidente apoia a mudança para casos como homicídio e latrocínio; Lula também disse ser favorável, mas defendeu discutir o tema fora da PEC Política2026-10-16T03:21:55.752ZO vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou nesta quinta-feira (15), em Salvador, ser favorável à redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes graves, como latrocínio e homicídio. A manifestação do presidente ocorre após o para reduzir a idade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos. 🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! “Essa proposta do senador Camilo Santana é uma boa proposta. Então ela reduz para os chamados crimes hediondos. Então latrocínio, homicídio doloso, feminicídio, sequestro com morte, então reduz para 16 anos. Eu sou favorável à redução da idade penal para 16 anos. Um jovem com 16 anos pode até votar. A redução para os chamados crimes mais graves, os crimes hediondos”, afirmou. + Lula também defende mudança, mas fora da PEC Horas depois, durante sabatina da TV Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição,. Ele afirmou, porém, que o tema não deveria ser discutido na PEC da Segurança Pública. “Eu sou favorável a reduzir para 16, mas não discutindo nessa PEC. Essa PEC não é para discutir isso. Primeiro você discute a PEC, aprova a PEC e aí você pode discutir a maioridade penal ou não”, afirmou Lula. A proposta foi apresentada em resposta a uma emenda da oposição, que prevê a redução da maioridade parta 14 anos em crimes mais graves e situações específicas. A votação da PEC da Segurança Pública foi adiada no Senado nesta quinta-feira (15). O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, retirou a proposta da pauta após divergências sobre as emendas que tratam da maioridade penal. A PEC, de autoria do governo Lula, já . Governistas pretendiam concluir a votação sem alterações para permitir a promulgação antes do segundo turno da eleição presidencial. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/alckmin-defende-reducao-da-maioridade-para-crimes-graves
Presidente afirmou apoiar a responsabilização criminal a partir dos 16 anos para crimes hediondos, mas quer discutir medida fora da PEC da Segurança Pública
Em sabatina na TV Globo, presidente afirmou que cada partido é livre para decidir seu posicionamento nas eleições e disse que não cobra apoio de ministros