'A parte política passou, agora terá direito a ampla defesa', diz Barroso sobre Silvio Almeida
Presidente do STF defende direito à ampla defesa do ex-ministro dos Direitos Humanos e reafirma decisão do Supremo sobre redes sociais
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Raphael Felice
07/09/2024, 15:48 • Atualizado em 07/09/2024, 15:48
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Barroso manifestação elon musk
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, falou sobre as denúncias de assédio e importunação sexual ao ex-ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, neste sábado (7).
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Após os desfiles de 7 de Setembro, o presidente do poder Judiciário foi questionado por jornalistas, e declarou que Almeida terá direito à ampla defesa, como qualquer cidadão brasileiro.
“Sobre a parte política já passou com a demissão. Agora, como todas as pessoas, terá direito à ampla defesa, e depois se fará a justiça”, disse Barroso o ministro na saída da tribuna de autoridades montada na Esplanada dos Ministérios para o desfile de 7 de Setembro.
Denúncias contra Silvio Almeida
Nesta quinta-feira (5), a ONG Me Too trouxe à tona denúncias de assédio e importunação sexual contra o então ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida.
Segundo a organização, uma das vítimas seria Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, que confirmou ter sido importunada sexualmente pelo ex-ministro. O teor das denúncias foi confirmado pela ministra, primeiro internamente, e depois em publicação nas redes sociais.
Com a exposição do caso, o presidente Lula exonerou Silvio Almeida nesta sexta-feira (6). A ministra da Gestão e interina na pasta dos Direitos Humanos, Esther Dweck, estava entre os presentes no desfile de 7 de Setembro.
Bloqueio do X (antigo Twitter)
Nesta quinta-feira (5), a ONG Me Too trouxe à tona denúncias de assédio e importunação sexual contra o então ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida.
Segundo a organização, uma das vítimas seria Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, que confirmou ter sido importunada sexualmente pelo ex-ministro. O teor das denúncias foi confirmado pela ministra, primeiro internamente, e depois em publicação nas redes sociais.
Com a exposição do caso, o presidente Lula exonerou Silvio Almeida nesta sexta-feira (6). A ministra da Gestão e interina na pasta dos Direitos Humanos, Esther Dweck, estava entre os presentes no desfile de 7 de Setembro.
'A parte política passou, agora terá direito a ampla defesa', diz Barroso sobre Silvio AlmeidaPresidente do STF defende direito à ampla defesa do ex-ministro dos Direitos Humanos e reafirma decisão do Supremo sobre redes sociaisPolítica2024-09-07T15:48:53.911ZO presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, falou sobre as denúncias de assédio e importunação sexual ao ex-ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, neste sábado (7). Após os desfiles de 7 de Setembro, o presidente do poder Judiciário foi questionado por jornalistas, e declarou que Almeida terá direito à ampla defesa, como qualquer cidadão brasileiro. “Sobre a parte política já passou com a demissão. Agora, como todas as pessoas, terá direito à ampla defesa, e depois se fará a justiça”, disse Barroso o ministro na saída da tribuna de autoridades montada na Esplanada dos Ministérios para o desfile de 7 de Setembro. Denúncias contra Silvio Almeida Nesta quinta-feira (5), a ONG Me Too trouxe à tona denúncias de assédio e importunação sexual contra o então ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida. Segundo a organização, uma das vítimas seria Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, que confirmou ter sido importunada sexualmente pelo ex-ministro. O teor das denúncias foi confirmado pela ministra, primeiro internamente, e depois em publicação nas redes sociais. Com a exposição do caso, o presidente Lula exonerou Silvio Almeida nesta sexta-feira (6). A ministra da Gestão e interina na pasta dos Direitos Humanos, Esther Dweck, estava entre os presentes no desfile de 7 de Setembro. Bloqueio do X (antigo Twitter) Nesta quinta-feira (5), a ONG Me Too trouxe à tona denúncias de assédio e importunação sexual contra o então ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida. Segundo a organização, uma das vítimas seria Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, que confirmou ter sido importunada sexualmente pelo ex-ministro. O teor das denúncias foi confirmado pela ministra, primeiro internamente, e depois em publicação nas redes sociais. Com a exposição do caso, o presidente Lula exonerou Silvio Almeida nesta sexta-feira (6). A ministra da Gestão e interina na pasta dos Direitos Humanos, Esther Dweck, estava entre os presentes no desfile de 7 de Setembro. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/a-parte-politica-passou-agora-tera-direito-a-ampla-defesa-diz-barroso-sobre-silvio-almeida