Operação mira esquema de lavagem de dinheiro em plano de saúde no DF
Criminosos usavam empresas de fachada, em nome de laranjas, para ocultar origem de valores sonegados; prejuízo aos cofres públicos pode chegar a R$ 26 milhões
Pedro Canguçu
11/11/2025, 11:42 • Atualizado em 11/11/2025, 11:42
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Uma das empresas, considerada fantasma pela polícia, não possuía sede, funcionários ou atividade comercial real, mas movimentou mais de R$ 8 milhões | Divulgação/PCDF
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) cumpriu na manhã desta terça-feira (11) nove mandados de busca e apreensão no Lago Sul, Jardim Botânico e Noroeste, em Brasília, durante a segunda fase da operação Bellevue. A ação investiga um esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro envolvendo uma operadora de plano de saúde que atua no DF.
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Segundo a investigação, o grupo utilizava empresas de fachada para ocultar a origem dos valores sonegados. Foram identificadas unidades nos ramos de home care, contabilidade, assessoria e clínica médica, todas registradas em nome de laranjas. As companhias serviam para fracionar e movimentar recursos de forma a dificultar o rastreamento pelas autoridades.
Uma das empresas, considerada fantasma pela polícia, não possuía sede, funcionários ou atividade comercial real, mas movimentou mais de R$ 8 milhões em contas bancárias. As apurações indicam que o esquema opera desde 2019 e teria causado prejuízo superior a R$ 26 milhões aos cofres públicos do DF. Além das buscas, a Justiça determinou sequestro de bens e bloqueio de valores ligados aos investigados.
A primeira fase da operação, deflagrada em 2024, já havia revelado a existência da sonegação fiscal. Nesta nova etapa, o foco é a lavagem do dinheiro obtido ilegalmente e a identificação dos beneficiários finais do esquema.
Os envolvidos são investigados pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Em caso de condenação, as penas podem somar até 21 anos de prisão.
Operação mira esquema de lavagem de dinheiro em plano de saúde no DFCriminosos usavam empresas de fachada, em nome de laranjas, para ocultar origem de valores sonegados; prejuízo aos cofres públicos pode chegar a R$ 26 milhõesCidades2025-11-11T11:42:08.238ZA Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) cumpriu na manhã desta terça-feira (11) nove mandados de busca e apreensão no Lago Sul, Jardim Botânico e Noroeste, em Brasília, durante a segunda fase da operação Bellevue. A ação investiga um esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro envolvendo uma operadora de plano de saúde que atua no DF. Segundo a investigação, o grupo utilizava empresas de fachada para ocultar a origem dos valores sonegados. Foram identificadas unidades nos ramos de home care, contabilidade, assessoria e clínica médica, todas registradas em nome de laranjas. As companhias serviam para fracionar e movimentar recursos de forma a dificultar o rastreamento pelas autoridades. Uma das empresas, considerada fantasma pela polícia, não possuía sede, funcionários ou atividade comercial real, mas movimentou mais de R$ 8 milhões em contas bancárias. As apurações indicam que o esquema opera desde 2019 e teria causado prejuízo superior a R$ 26 milhões aos cofres públicos do DF. Além das buscas, a Justiça determinou sequestro de bens e bloqueio de valores ligados aos investigados. A primeira fase da operação, deflagrada em 2024, já havia revelado a existência da sonegação fiscal. Nesta nova etapa, o foco é a lavagem do dinheiro obtido ilegalmente e a identificação dos beneficiários finais do esquema. Os envolvidos são investigados pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Em caso de condenação, as penas podem somar até 21 anos de prisão.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/operacao-mira-esquema-de-lavagem-de-dinheiro-em-plano-de-saude-no-df
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