Exclusivo: Dono de casa usada como QG para assassinos de Ruy Ferraz Fontes nega ligação com o crime
Em entrevista ao SBT, William Silva Marques afirmou que não sabia que estava alugando o imóvel para criminosos
Fabio Diamante, Robinson Cerantula
23/09/2025, 00:09 • Atualizado em 23/09/2025, 00:09
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O dono da casa em Praia Grande, no litoral paulista, usada como "Quartel General" de criminosos que assassinaram o ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, falou com exclusividade ao SBT. William Silva Marques afirmou que não sabia que estava alugando o imóvel para criminosos.
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"Foi um mal entendido. Eu já estava disposto [a se entregar] desde quarta-feira (17). O advogado queria me apresentar desde quarta-feira.", disse William. "Não precisava da prisão desde do começo", complementou
O detido foi interrogado nesta segunda-feira (22) e disse que a casa havia sido alugada por apenas dois dias. William chegou a ter a prisão decretada no último sábado (20) por não ter comparecido para prestar depoimento conforme combinado e por não entregar seu celular às autoridades. No dia seguinte, ele se apresentou à polícia.
Segundo os investigadores, o imóvel funcionava como um verdadeiro "Quartel General" dos assassinos. Na residência, peritos encontraram impressões digitais e material genético em vários pontos. A casa fica a menos de 10 quilômetros do local onde ocorreu a emboscada.
O crime aconteceu há uma semana, quando o ex-delegado, que trabalhava como secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande, foi executado ao sair do prédio municipal.
Ainda de acordo com a investigação, Dahesly Oliveira Pires, suspeita que já está presa, retirou de dentro da casa um dos fuzis usados no assassinato e entregou a Luiz Antônio Rodrigues de Miranda, que continua foragido.
Outro investigado, Rafael Marcell Dias Simões, conhecido como Jaguar, também se entregou no fim de semana. A polícia aponta que ele participou diretamente da execução e fugiu da Baixada Santista com a ajuda de Luiz Henrique Santos Batista, o Fofão, que já foi preso.
Nesta segunda-feira (22), a viúva de Ruy Ferraz Fontes prestou depoimento no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Professora de inglês, ela declarou que o marido nunca relatou ameaças ou preocupações ligadas a negócios na prefeitura.
As imagens de câmeras de monitoramento da cidade mostram que os criminosos rondavam a região antes da execução. Para os investigadores, o ex-chefe da Polícia Civil de São Paulo não tinha noção do risco que corria e seguia sua rotina normalmente.
Exclusivo: Dono de casa usada como QG para assassinos de Ruy Ferraz Fontes nega ligação com o crimeEm entrevista ao SBT, William Silva Marques afirmou que não sabia que estava alugando o imóvel para criminososCidades2025-09-23T00:09:56.601ZO dono da casa em Praia Grande, no litoral paulista, usada como "Quartel General" de criminosos que assassinaram o, falou com exclusividade ao SBT. William Silva Marques afirmou que não sabia que estava alugando o imóvel para criminosos. "Foi um mal entendido. Eu já estava disposto [a se entregar] desde quarta-feira (17). O advogado queria me apresentar desde quarta-feira.", disse William. "Não precisava da prisão desde do começo", complementou O detido foi interrogado nesta segunda-feira (22) e disse que a casa havia sido alugada por apenas dois dias. por não ter comparecido para prestar depoimento conforme combinado e por não entregar seu celular às autoridades. No dia seguinte, ele se apresentou à polícia. QG do crime Segundo os investigadores, o imóvel funcionava como um verdadeiro "Quartel General" dos assassinos. Na residência, peritos encontraram impressões digitais e material genético em vários pontos. A casa fica a menos de 10 quilômetros do local onde ocorreu a emboscada. O crime aconteceu há uma semana, quando o ex-delegado, que trabalhava como secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande, foi executado ao sair do prédio municipal. Ainda de acordo com a investigação, Dahesly Oliveira Pires, suspeita que já está presa, retirou de dentro da casa um dos fuzis usados no assassinato e entregou a Luiz Antônio Rodrigues de Miranda, que continua foragido. Outro investigado,, também se entregou no fim de semana. A polícia aponta que ele participou diretamente da execução e fugiu da Baixada Santista com a ajuda de Luiz Henrique Santos Batista, o Fofão, que já foi preso. Nesta segunda-feira (22), a viúva de Ruy Ferraz Fontes prestou depoimento no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Professora de inglês, ela declarou que o marido nunca relatou ameaças ou preocupações ligadas a negócios na prefeitura. As imagens de câmeras de monitoramento da cidade mostram que os criminosos rondavam a região antes da execução. Para os investigadores, o ex-chefe da Polícia Civil de São Paulo não tinha noção do risco que corria e seguia sua rotina normalmente. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/exclusivo-dono-de-casa-usada-como-qg-para-assassinos-de-ruy-ferraz-fontes-nega-ligacao-com-o-crime
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