Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Ele será julgado por homicídio duplamente qualificado e também pelo crime de ameaça contra a motorista Eledias Aparecida Rodrigues, que conduzia o caminhão de coleta de lixo no dia do crime, em 11 de agosto de 2025.
A decisão foi assinada pela juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza, do 1º Tribunal do Júri de Belo Horizonte. A magistrada entendeu que há indícios suficientes de autoria e materialidade para que o réu seja levado a julgamento pelo Tribunal do Júri.
A decisão ainda cabe recurso. Caso a pronúncia seja mantida em segunda instância, o Tribunal vai marcar a data do julgamento.
Na mesma decisão, a juíza negou o pedido da defesa para revogação da prisão preventiva, determinando que Renê continue preso. O acusado foi detido no dia do crimee teve a prisão em flagrante convertida em preventiva em 13 de agosto.
A magistrada também indeferiu o pedido da defesa para decretação de sigilo dos autos, além da restituição do celular apreendido durante a investigação.
O jornal Estado de Minas informou que solicitou um posicionamento da defesa de Renê e questionou se haverá pedido de recurso contra a decisão. Até a última atualização desta reportagem, não houve retorno.
Segundo o boletim de ocorrência, Laudemir e outros garis recolhiam lixo quando a motorista do caminhão encostou o veículo para dar passagem ao carro do empresário. Renê teria abaixado o vidro e ameaçado matar caso alguém encostasse em seu carro. Os trabalhadores pediram calma e sugeriram que ele seguisse viagem. O suspeito, porém, desceu do carro alterado e disparou contra o grupo.
O gari Tiago Rodrigues, que presenciou o crime, afirmou que Renê agiu com frieza. "Assim que atirou, ele entrou no carro como se nada tivesse acontecido e foi embora", disse. Tiago tentou socorrer o colega, mas Laudemir não resistiu.
Renê foi localizado após informações de uma testemunha, que lembrou parte da placa do carro dele, e pela análise de câmeras de segurança. A polícia apresentou uma foto do empresário, que foi reconhecido e apontado como o responsável pelo ataque. Apesar disso, ele negou ter cometido o crime quando foi preso, no estacionamento de uma academia.
Em 15 de agosto, a Polícia Civil informou que a arma usada para matar Laudemir pertencia à esposa dele.
A compatibilidade foi confirmada pela perícia de microbalística, que analisou duas munições – uma usada e outra intacta – deixadas no local do crime. Desde então, Ana Paula é investigada pela Corregedoria da Polícia Civil de MG, que apura possíveis desvios de conduta da servidora.
Acusado de matar gari em BH vai a júri popular por homicídio duplamente qualificadoJustiça manteve prisão preventiva de Renê da Silva Nogueira Júnior; crime ocorreu em agosto do ano passadoCidades2026-01-29T00:33:45.966ZO Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou nesta quarta-feira (28) que o empresário , , vai a júri popular em Belo Horizonte. Ele será julgado por homicídio duplamente qualificado e também pelo crime de ameaça contra a motorista Eledias Aparecida Rodrigues, que conduzia o caminhão de coleta de lixo no dia do crime, em 11 de agosto de 2025. + A decisão foi assinada pela juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza, do 1º Tribunal do Júri de Belo Horizonte. A magistrada entendeu que há indícios suficientes de autoria e materialidade para que o réu seja levado a julgamento pelo Tribunal do Júri. A decisão ainda cabe recurso. Caso a pronúncia seja mantida em segunda instância, o Tribunal vai marcar a data do julgamento. Prisão preventiva foi mantida Na mesma decisão, a juíza negou o pedido da defesa para revogação da prisão preventiva, determinando que Renê continue preso. O e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva em 13 de agosto. A magistrada também indeferiu o pedido da defesa para decretação de sigilo dos autos, além da restituição do celular apreendido durante a investigação. O jornal Estado de Minas informou que solicitou um posicionamento da defesa de Renê e questionou se haverá pedido de recurso contra a decisão. Até a última atualização desta reportagem, não houve retorno. Relembre o caso de 2025, no bairro Vila da Serra, em Nova Lima, na Grande BH. O suspeito é o empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos. Segundo o boletim de ocorrência, Laudemir e outros garis recolhiam lixo quando a motorista do caminhão encostou o veículo para dar passagem ao carro do empresário. Renê teria abaixado o vidro e ameaçado matar caso alguém encostasse em seu carro. Os trabalhadores pediram calma e sugeriram que ele seguisse viagem. O suspeito, porém, desceu do carro alterado e disparou contra o grupo. O gari Tiago Rodrigues, que presenciou o crime, afirmou que Renê agiu com frieza. "Assim que atirou, ele entrou no carro como se nada tivesse acontecido e foi embora", disse. Tiago tentou socorrer o colega, mas Laudemir não resistiu. Renê foi localizado após informações de uma testemunha, que lembrou parte da placa do carro dele, e pela análise de câmeras de segurança. A polícia apresentou uma foto do empresário, que foi reconhecido e apontado como o responsável pelo ataque. Apesar disso, ele negou ter cometido o crime quando foi preso, no estacionamento de uma academia. Em 15 de agosto, a Polícia Civil informou que a arma usada para matar Laudemir pertencia à esposa dele. A compatibilidade foi confirmada pela perícia de microbalística, que analisou duas munições – uma usada e outra intacta – deixadas no local do crime. Desde então, Ana Paula é investigada pela Corregedoria da Polícia Civil de MG, que apura possíveis desvios de conduta da servidora. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/acusado-de-matar-gari-em-bh-vai-a-juri-popular-por-homicidio-duplamente-qualificado
Temer diz que carta pode violar cautelares de Bolsonaro
Ex-presidente afirma que divulgação de carta lida pelo senador Flávio Bolsonaro pode descumprir regras da prisão domiciliar e levar à revogação da medida