Réu desde abril, ele é suspeito de praticar lavagem de dinheiro e organização criminosa durante seu período à frente da comando da empresa de transportes, que ficou no alvo da Operação Fim da Linha, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) para investigar as relações entre o PCC (Primeiro Comando da Capital) e as empresas de ônibus de São Paulo.
O mandado desta terça foi cumprido pela Polícia Civil, que além das 23 armas de fogo, apreendeu também o celular do acusado e o dispositivo de armazenamento de imagens do sistema de monitoramento da empresa.