Justiça coloca no banco dos réus dez acusados de lavarem dinheiro do PCC em empresa de ônibus em SP
Denúncia contra dirigentes da Transwolff, que opera linhas na Zona Sul, foi aceita; alvos da Operação Fim da Linha tiveram R$ 596 milhões bloqueados
R
Ricardo Brandt
A Justiça de São Paulo colocou, nesta quarta-feira (24), no banco dos réus mais dez acusados de usarem a Transwolff, uma das empresas do transporte coletivo urbano da capital paulista, para lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Outros 19 acusados, que usavam a empresa UPBus, viraram réus há uma semana. Todos foram denunciados pelo Ministério Público paulista, alvos da Operação Fim da Linha.
O juiz Guilherme Eduardo Martins Keller, da 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital, aceitou a denúncia do MP-SP contra os dez alvos ligados à Transwolff, entre eles, Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora, que presidia a empresa.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
A Justiça determinou o bloqueio de cerca de R$ 600 milhões dos investigados, entre eles, lideranças do PCC.
A Prefeitura de São Paulo decretou intervenção da empresa e nomeou interventores. A TW - como é conhecida - opera linhas na Zona Sul da capital e transporta cerca de 15 milhões de passageiros por mês.
Justiça coloca no banco dos réus dez acusados de lavarem dinheiro do PCC em empresa de ônibus em SPDenúncia contra dirigentes da Transwolff, que opera linhas na Zona Sul, foi aceita; alvos da Operação Fim da Linha tiveram R$ 596 milhões bloqueadosBrasil2024-04-24T23:54:25.713ZA Justiça de São Paulo colocou, nesta quarta-feira (24), no banco dos réus mais dez acusados de usarem a Transwolff, uma das empresas do transporte coletivo urbano da capital paulista, para lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Outros 19 acusados, que usavam a empresa UPBus, viraram réus há uma semana. Todos foram denunciados pelo Ministério Público paulista, alvos da . O juiz Guilherme Eduardo Martins Keller, da 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital, aceitou a denúncia do MP-SP contra os dez alvos ligados à Transwolff, entre eles, Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora, que presidia a empresa. A Justiça determinou o bloqueio de cerca de R$ 600 milhões dos investigados, entre eles, lideranças do PCC. A Prefeitura de São Paulo decretou intervenção da empresa e nomeou interventores. A TW - como é conhecida - opera linhas na Zona Sul da capital e transporta cerca de 15 milhões de passageiros por mês.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/justica-coloca-no-banco-dos-reus-dez-acusados-de-lavarem-dinheiro-do-pcc-em-empresa-de-onibus-em-sp
Em seu discurso após divulgação do resultado, o petista admitiu que ficou desapontado principalmente com o desempenho da sua coligação no Estado paulista
Candidato do PL terminou o primeiro turno à frente de Lula, com cerca de 47,4% dos votos válidos, e afirmou que vê o resultado como fim do partido petista