Trump diz que Israel não enviará mais tropas para Beirute
Presidente norte-americano disse que conversou com Natanyahu
SBT News, Reuters
Donald Trump comparecerá na posse do presidente do FED
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (1º) que Israel não enviará mais tropas para Beirute, após uma ligação que teve com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
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A agência disse ainda que o Irã e a Frente de Resistência, que inclui seus aliados xiitas no Iêmen, Líbano e Iraque, estabeleceram uma agenda para bloquear completamente o Estreito de Ormuz e ativar outras frentes, incluindo o Estreito de Bab el-Mandeb, a fim de "punir" Israel e seus apoiadores.
Líbano
O presidente do Líbano, Joseph Aoun, afirmou nesta segunda que o país enfrenta uma “agressão brutal e condenável” por parte de Israel. Em publicação nas redes sociais, o líder criticou a ofensiva de Tel Aviv, dizendo que irá "trabalhar para acabar com o sofrimento do povo libanês”.
“Estamos firmes no caminho da ação para acabar com o sofrimento dos libaneses em geral e dos sulistas em particular, e para pôr fim aos seus tormentos, e para trabalhar na construção do Estado, reforma e justiça; Não desviamos nem recuamos”, escreveu Aoun.
Israel voltou a mirar infraestruturas e militantes do Hezbollah, dominante no sul do Líbano, no início de março. A troca de hostilidades começou após o grupo, apoiado pelo Irã, lançar drones contra Tel Aviv em retaliação à operação coordenada entre Israel e Estados Unidos em Teerã, em 28 de fevereiro.
Desde então, as tropas israelenses lançaram ataques contra todo o Líbano, incluindo a capital, Beirute, e avançaram por terra, visando expandir a zona de segurança no sul do país. Segundo dados do Ministério da Saúde do Líbano, a ofensiva já deixou 3,2 mil mortos e 9,7 mil feridos, além de 3,3 mil deslocados.
Em abril, Israel e Líbano concordaram em um cessar-fogo para incentivar as negociações de paz — entendimento essencial para um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã. A trégua, no entanto, é marcada por violações de ambos os lados, o que pode dificultar o diálogo entre os países.
No domingo (31), líderes europeus condenaram a atuação de Israel no Líbano, depois que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu avançar ainda mais no país. A fala ocorreu após as tropas assumirem o controle do castelo de Beaufort, uma fortaleza com cerca de 900 anos de história localizada em uma posição estratégica na região.
Trump diz que Israel não enviará mais tropas para BeirutePresidente norte-americano disse que conversou com NatanyahuMundo2026-06-01T18:18:32.097ZO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (1º) que Israel não enviará mais tropas para Beirute, após uma ligação que teve com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Os ataques de Israel ao Líbano fizeram o disse mais cedo a agência iraniana Tasnim. A agência disse ainda que o Irã e a Frente de Resistência, que inclui seus aliados xiitas no Iêmen, Líbano e Iraque, estabeleceram uma agenda para bloquear completamente o Estreito de Ormuz e ativar outras frentes, incluindo o Estreito de Bab el-Mandeb, a fim de "punir" Israel e seus apoiadores. Líbano O presidente do Líbano, Joseph Aoun, afirmou nesta segunda que o país enfrenta uma Em publicação nas redes sociais, o líder criticou a ofensiva de Tel Aviv, dizendo que irá "trabalhar para acabar com o sofrimento do povo libanês”. “Estamos firmes no caminho da ação para acabar com o sofrimento dos libaneses em geral e dos sulistas em particular, e para pôr fim aos seus tormentos, e para trabalhar na construção do Estado, reforma e justiça; Não desviamos nem recuamos”, escreveu Aoun. Israel voltou a mirar infraestruturas e militantes do Hezbollah, dominante no sul do Líbano, no início de março. A troca de hostilidades começou após o grupo, apoiado pelo Irã, lançar drones contra Tel Aviv em retaliação à operação coordenada entre Israel e Estados Unidos em Teerã, em 28 de fevereiro. Desde então, as tropas israelenses lançaram ataques contra todo o Líbano, incluindo a capital, Beirute, e avançaram por terra, visando expandir a zona de segurança no sul do país. Segundo dados do Ministério da Saúde do Líbano, a ofensiva já deixou 3,2 mil mortos e 9,7 mil feridos, além de 3,3 mil deslocados. Em abril, Israel e Líbano concordaram em um cessar-fogo para incentivar as negociações de paz — entendimento essencial para um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã. A trégua, no entanto, é marcada por violações de ambos os lados, o que pode dificultar o diálogo entre os países. No domingo (31), líderes europeus condenaram a atuação de Israel no Líbano, depois que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu avançar ainda mais no país. A fala ocorreu após as tropas assumirem o controle do castelo de Beaufort, uma fortaleza com cerca de 900 anos de história localizada em uma posição estratégica na região. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/trump-diz-que-israel-nao-enviara-mais-tropas-para-beirute