Trump dá prazo para Hamas responder a acordo de paz com Israel
Proposta prevê cessar-fogo imediato, troca de reféns, reconstrução de Gaza e possibilidade de criação de um Estado palestino
S
C
SBT News, com informações da Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (30) que deu um prazo de três a quatro dias para o Hamas se manifestar sobre o acordo de paz que ele e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciaram em Washington.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
O documento, mediado por Catar e Egito, estabelece um cessar-fogo imediato e a troca de israelenses e palestinos detidos. Nenhum representante do Hamas participou diretamente das negociações.
Logo após o anúncio do acordo, Trump advertiu que, se o grupo rejeitar a proposta, Israel terá “total apoio” dos EUA para adotar as medidas que considerar necessárias.
Apesar de alguns governos árabes terem saudado o esforço diplomático, lideranças palestinas classificaram o acordo como “totalmente favorável a Israel” por não conceder direitos efetivos aos palestinos.
Netanyahu disse apoiar o plano, destacando que ele garantirá a libertação dos reféns, o desmantelamento da estrutura militar do Hamas e a segurança de Israel. Mas demonstrou resistência em relação à possibilidade de criação de um Estado palestino, um dos pontos do texto americano.
O Hamas devolveria 48 reféns capturados nos ataques de outubro de 2023. Em troca, Israel libertaria 250 palestinos condenados à prisão perpétua e 1,7 mil detidos após o início da guerra. A maioria dos palestinos detidos são mulheres e crianças.
O plano prevê a entrada imediata de ajuda humanitária, reconstrução de hospitais e infraestrutura, além da criação de um “Conselho da Paz”, liderado por Trump e com participação de líderes internacionais, incluindo o ex-premiê britânico Tony Blair.
O Hamas e facções aliadas ficariam excluídos do futuro governo de Gaza, que passaria a ser administrado por uma comissão palestina tecnocrática sob supervisão internacional. Além disso, militantes que entregarem as armas serão anistiados.
O processo incluiria desmilitarização total do enclave e monitoramento externo.
Por fim, o texto abre espaço para a criação de um Estado palestino, condicionado ao avanço do desenvolvimento de Gaza e a reformas na Autoridade Nacional Palestina.
Trump dá prazo para Hamas responder a acordo de paz com IsraelProposta prevê cessar-fogo imediato, troca de reféns, reconstrução de Gaza e possibilidade de criação de um Estado palestinoMundo2025-09-30T15:23:39.153ZO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (30) que deu um prazo de três a quatro dias para o Hamas se manifestar sobre o acordo de paz que ele e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, O documento, , estabelece um cessar-fogo imediato e a troca de israelenses e palestinos detidos. Nenhum representante do Hamas participou diretamente das negociações. Segundo uma autoridade ouvida pela agência Reuters, , Trump advertiu que, se o grupo rejeitar a proposta, Israel terá “total apoio” dos EUA para adotar as medidas que considerar necessárias. Apesar de alguns governos árabes terem saudado o esforço diplomático, lideranças palestinas classificaram o acordo como “totalmente favorável a Israel” por não conceder direitos efetivos aos palestinos. Netanyahu disse apoiar o plano, destacando que ele garantirá a libertação dos reféns, o desmantelamento da estrutura militar do Hamas e a segurança de Israel. Mas demonstrou resistência em relação à possibilidade de criação de um Estado palestino, um dos pontos do texto americano. O acordo A proposta prevê que Israel pare com todas as O Hamas devolveria 48 reféns capturados nos ataques de outubro de 2023. Em troca, Israel libertaria 250 palestinos condenados à prisão perpétua e 1,7 mil detidos após o início da guerra. A maioria dos palestinos detidos são mulheres e crianças. O plano prevê a entrada imediata de ajuda humanitária, reconstrução de hospitais e infraestrutura, além da criação de um “Conselho da Paz”, liderado por Trump e com participação de líderes internacionais, incluindo o ex-premiê britânico Tony Blair. O Hamas e facções aliadas ficariam excluídos do futuro governo de Gaza, que passaria a ser administrado por uma comissão palestina tecnocrática sob supervisão internacional. Além disso, militantes que entregarem as armas serão anistiados. O processo incluiria desmilitarização total do enclave e monitoramento externo. Por fim, o texto abre espaço para a criação de um Estado palestino, condicionado ao avanço do desenvolvimento de Gaza e a reformas na Autoridade Nacional Palestina. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/trump-da-prazo-para-hamas-responder-a-acordo-de-paz-com-israel
Plutão passou de planeta a planeta anão há 20 anos
Astro foi reclassificado em 24 de agosto de 2006, porque não é "a força gravitacional dominante da sua região", um dos critérios para ser considerado planeta
Flávio denuncia Durigan ao TSE por uso da máquina para Lula
Campanha acusa ministro da Fazenda de usar estrutura do governo em compromissos eleitorais e pede ao TSE acesso a registros de viagens, agendas e despesas