Mundo

Trump critica decisão do Senado que limita ações no Irã

Presidente classificou votação como “inoportuna" e “sem sentido”, dizendo que irá alcançar seus objetivos de "qualquer jeito"

Avatar de Camila Stucaluc
Camila Stucaluc
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | White House

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | White House

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou nesta quarta-feira (24) a decisão do Senado que obriga o republicado a obter autorização do Congresso para manter operações militares no Irã. Pelas redes sociais, o líder classificou a votação como “inoportuna" e “sem sentido”.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

"Eu tenho o Irã pronto para cair e o Senado decide realizar uma votação sobre a Lei dos Poderes de Guerra, passando ao principal patrocinador do terrorismo do mundo a mensagem de que os Estados Unidos desaprovam o que estou fazendo e que eu deveria parar. Ao fazer isso, forneceu apoio ao inimigo", escreveu Trump.

“O que tudo isso significa? Esses senadores apenas tornaram meu trabalho mais difícil, mas eu vou alcançar o objetivo de qualquer jeito, porque eu sempre consigo", acrescentou o presidente.

A proposta foi aprovada por 50 votos a 48, com resultado bipartidário. Quatro senadores republicanos se juntaram aos democratas na votação, expondo tensões internas no partido em relação à condução da política externa do país. Os parlamentares foram criticados por Trump, que os chamou de “perdedores”.

Criada em 1973, a Lei dos Poderes de Guerra limita a capacidade do presidente de enviar tropas militares ao exterior sem a permissão do Congresso. A Constituição, contudo, permite que chefe do Executivo ordene operações militares para responder ameaças iminentes — brecha usada por Trump para atacar o Irã, em 28 de fevereiro, em parceria com Israel.

Neste caso, sem aprovação formal, o presidente precisaria de autorização do Congresso 60 dias após o início da ofensiva para manter os ataques. Trump, no entanto, ignorou a norma e lançou novos ataques, alegando que o prazo perdeu validade após o primeiro cessar-fogo firmado entre os países, em abril.

Desde a criação da lei de guerra, essa foi a primeira vez que as duas do Congresso aprovaram uma resolução conjunta orientando um presidente a encerrar uma ação militar. Embora não tenha força de lei, a medida é vista como uma das críticas mais relevantes já feitas pelos parlamentares à estratégia militar adotada por Trump, além de demonstrar um raro revés do republicano no Congresso, onde mantém maioria.

Leia mais

Ver tudo
Imagem da notícia: Lula anuncia plano de segurança pública para o Rio na sexta

Lula anuncia plano de segurança pública para o Rio na sexta

Imagem da notícia: Gonet diz não haver motivo para afastamento no caso Master

Gonet diz não haver motivo para afastamento no caso Master

Imagem da notícia: Mega-Sena 3.058: prêmio acumula para R$ 102 milhões

Mega-Sena 3.058: prêmio acumula para R$ 102 milhões

Imagem da notícia: Lula critica atuação de familiares de ministros do STF

Lula critica atuação de familiares de ministros do STF

Imagem da notícia: Lula anuncia plano de segurança pública para o Rio na sexta

Lula anuncia plano de segurança pública para o Rio na sexta

Imagem da notícia: Gonet diz não haver motivo para afastamento no caso Master

Gonet diz não haver motivo para afastamento no caso Master

Imagem da notícia: Mega-Sena 3.058: prêmio acumula para R$ 102 milhões

Mega-Sena 3.058: prêmio acumula para R$ 102 milhões

Imagem da notícia: Lula critica atuação de familiares de ministros do STF

Lula critica atuação de familiares de ministros do STF

Últimas notícias