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"Eu tenho o Irã pronto para cair e o Senado decide realizar uma votação sobre a Lei dos Poderes de Guerra, passando ao principal patrocinador do terrorismo do mundo a mensagem de que os Estados Unidos desaprovam o que estou fazendo e que eu deveria parar. Ao fazer isso, forneceu apoio ao inimigo", escreveu Trump.
“O que tudo isso significa? Esses senadores apenas tornaram meu trabalho mais difícil, mas eu vou alcançar o objetivo de qualquer jeito, porque eu sempre consigo", acrescentou o presidente.
A proposta foi aprovada por 50 votos a 48, com resultado bipartidário. Quatro senadores republicanos se juntaram aos democratas na votação, expondo tensões internas no partido em relação à condução da política externa do país. Os parlamentares foram criticados por Trump, que os chamou de “perdedores”.
Criada em 1973, a Lei dos Poderes de Guerra limita a capacidade do presidente de enviar tropas militares ao exterior sem a permissão do Congresso. A Constituição, contudo, permite que chefe do Executivo ordene operações militares para responder ameaças iminentes — brecha usada por Trump para atacar o Irã, em 28 de fevereiro, em parceria com Israel.
Neste caso, sem aprovação formal, o presidente precisaria de autorização do Congresso 60 dias após o início da ofensiva para manter os ataques. Trump, no entanto, ignorou a norma e lançou novos ataques, alegando que o prazo perdeu validade após o primeiro cessar-fogo firmado entre os países, em abril.
Desde a criação da lei de guerra, essa foi a primeira vez que as duas do Congresso aprovaram uma resolução conjunta orientando um presidente a encerrar uma ação militar. Embora não tenha força de lei, a medida é vista como uma das críticas mais relevantes já feitas pelos parlamentares à estratégia militar adotada por Trump, além de demonstrar um raro revés do republicano no Congresso, onde mantém maioria.
Trump critica decisão do Senado que limita ações no IrãPresidente classificou votação como “inoportuna" e “sem sentido”, dizendo que irá alcançar seus objetivos de "qualquer jeito"Mundo2026-06-24T06:49:27.005ZO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou nesta quarta-feira (24) a . Pelas redes sociais, o líder classificou a votação como “inoportuna" e “sem sentido”. "Eu tenho o Irã pronto para cair e o Senado decide realizar uma votação sobre a Lei dos Poderes de Guerra, passando ao principal patrocinador do terrorismo do mundo a mensagem de que os Estados Unidos desaprovam o que estou fazendo e que eu deveria parar. Ao fazer isso, forneceu apoio ao inimigo", escreveu Trump. “O que tudo isso significa? Esses senadores apenas tornaram meu trabalho mais difícil, mas eu vou alcançar o objetivo de qualquer jeito, porque eu sempre consigo", acrescentou o presidente. A proposta foi aprovada por 50 votos a 48, com resultado bipartidário. Quatro senadores republicanos se juntaram aos democratas na votação, expondo tensões internas no partido em relação à condução da política externa do país. Os parlamentares foram criticados por Trump, que os chamou de “perdedores”. Criada em 1973, a Lei dos Poderes de Guerra limita a capacidade do presidente de enviar tropas militares ao exterior sem a permissão do Congresso. A Constituição, contudo, permite que chefe do Executivo ordene operações militares para responder ameaças iminentes — . Neste caso, sem aprovação formal, o presidente precisaria de autorização do Congresso 60 dias após o início da ofensiva para manter os ataques. Trump, no entanto, ignorou a norma e lançou novos ataques, alegando que o prazo perdeu validade após o primeiro cessar-fogo firmado entre os países, em abril. Desde a criação da lei de guerra, essa foi a primeira vez que as duas do Congresso aprovaram uma resolução conjunta orientando um presidente a encerrar uma ação militar. Embora não tenha força de lei, a medida é vista como uma das críticas mais relevantes já feitas pelos parlamentares à estratégia militar adotada por Trump, além de demonstrar um raro revés do republicano no Congresso, onde mantém maioria.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/trump-critica-decisao-do-senado-que-limita-acoes-no-ira