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O plenário discutiu, na prática, se os casos deveriam ser julgados em conjunto ou de forma separada. . A discussão foi aberta a partir de uma questão de ordem apresentada pelo ministro Gilmar Mendes. Isso porque, após ter seu nome envolvido no caso Daniel Vorcaro, Moraes reagiu e acusou o colega André Mendonça de improbidade administrativa, crimes de responsabilidade e de abuso de autoridade.
Embora o caso de Mendonça permaneça formalmente na pauta do dia 23, a tendência, segundo interlocutores do STF, é que a análise também seja adiada.
Com o pedido de vista, Dino recebe os autos para analisar o caso com mais profundidade. Os votos já apresentados permanecem válidos e a votação será retomada quando o próprio ministro devolver o processo.
Pela regra atual do STF, pedidos de vista feitos após a mudança do Regimento Interno da Corte têm prazo de até 90 dias corridos para devolução dos autos, contado a partir da publicação da ata da sessão em que o julgamento foi interrompido. Se o prazo terminar sem a devolução, o processo fica automaticamente liberado para a continuidade da análise.
A liberação automática, no entanto, não significa que o julgamento será retomado imediatamente. Depois da devolução ou da liberação dos autos, é necessária a inclusão do processo na pauta do colegiado responsável. O próprio STF explica que, após o pedido de vista, o julgamento fica suspenso até a devolução dos autos e que a retomada depende da inclusão no calendário de julgamentos.
Antes de pedir vista, Dino já havia votado pela análise conjunta dos procedimentos, acompanhando o entendimento de Gilmar Mendes. Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes também se manifestaram a favor da unificação. O pedido de vista feito por Dino, entretanto, acabou colocando o próprio voto dele em suspenso, sem que possa ser contabilizado no placar.
Já Edson Fachin, André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia defenderam que os casos fossem analisados separadamente.
Quando o julgamento for retomado, Dino apresentará o voto que faltou e os demais ministros poderão continuar a votação a partir do ponto em que ela foi interrompida. Até lá, não há decisão definitiva sobre a tramitação conjunta ou separada dos procedimentos.
Após pedido de vista de Dino, o que acontece agora no STF?Placar ficou em 4 a 3 pelo desmembramento dos procedimentos envolvendo Moraes e Mendonça; ministro terá até 90 dias para devolver os autosPolítica2026-09-15T23:33:56.547ZCom o, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, nesta terça-feira (15), a . O julgamento foi interrompido após o pedido de vista do ministro Flávio Dino, o que deve adiar a definição sobre a tramitação dos procedimentos relacionados ao caso. O plenário discutiu, na prática, se os casos deveriam ser julgados em conjunto ou de forma separada. . A discussão foi aberta a partir de uma questão de ordem apresentada pelo Isso porque, após ter seu nome envolvido no caso Daniel Vorcaro, Moraes reagiu e acusou o colega André Mendonça de improbidade administrativa, crimes de responsabilidade e de abuso de autoridade. Embora o caso de Mendonça permaneça formalmente na pauta do dia 23, a tendência, segundo interlocutores do STF, é que a análise também seja adiada. O que acontece agora? Com o pedido de vista, Dino recebe os autos para analisar o caso com mais profundidade. Os votos já apresentados permanecem válidos e a votação será retomada quando o próprio ministro devolver o processo. Pela regra atual do STF, pedidos de vista feitos após a mudança do Regimento Interno da Corte têm prazo de até 90 dias corridos para devolução dos autos, contado a partir da publicação da ata da sessão em que o julgamento foi interrompido. Se o prazo terminar sem a devolução, o processo fica automaticamente liberado para a continuidade da análise. A liberação automática, no entanto, não significa que o julgamento será retomado imediatamente. Depois da devolução ou da liberação dos autos, é necessária a inclusão do processo na pauta do colegiado responsável. O próprio STF explica que, após o pedido de vista, o julgamento fica suspenso até a devolução dos autos e que a retomada depende da inclusão no calendário de julgamentos. Antes de pedir vista, Dino já havia votado pela análise conjunta dos procedimentos, acompanhando o entendimento de Gilmar Mendes. Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes também se manifestaram a favor da unificação. O pedido de vista feito por Dino, entretanto, acabou colocando o próprio voto dele em suspenso, sem que possa ser contabilizado no placar. Já Edson Fachin, André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia defenderam que os casos fossem analisados separadamente. Quando o julgamento for retomado, Dino apresentará o voto que faltou e os demais ministros poderão continuar a votação a partir do ponto em que ela foi interrompida. Até lá, não há decisão definitiva sobre a tramitação conjunta ou separada dos procedimentos. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/apos-pedido-de-vista-de-dino-o-que-acontece-agora-no-stf