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Serviço Secreto dos EUA diz que negou pedidos de Trump para mais segurança

Segundo porta-voz, os pedidos negados não eram especificamente para o comício em que o político sofreu uma tentativa de assassinato no dia 13 de julho

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Guilherme Resck
21/07/2024, 14:57 • Atualizado em 21/07/2024, 21:48
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Equipe de Trump teria buscando recursos de segurança adicionais nos últimos anos | Reprodução/Instagram

Equipe de Trump teria buscando recursos de segurança adicionais nos últimos anos | Reprodução/Instagram

O Serviço Secreto dos Estados Unidos admitiu, no sábado (20), que recusara pedidos por recursos federais adicionais da equipe de segurança do ex-presidente americano Donald Trump, nos dois anos que antecederam o atentado contra o político ocorrido durante comício na Pensilvânia no sábado (13).

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A informação é do jornal americano The New York Times. O veículo relata que, após o atentado, republicanos e autoridades policiais disseram que o Serviço Secreto havia recusado pedidos por mais agentes para proteger os comícios de Trump, mas que, no dia seguinte ao da tentativa de assassinato, Anthony Guglielmi, porta-voz do Serviço Secreto, declarou: "Há uma afirmação falsa de que um membro da equipe do ex-presidente solicitou recursos adicionais e que eles foram rejeitados".

Além disso, na segunda-feira (15), o secretário do Departamento de Segurança Interna dos EUA, Alejandro Mayorkas, falou que a acusação de que ele havia emitido as negativas era "uma declaração infundada e irresponsável, e é inequivocamente falsa". O departamento supervisiona o Serviço Secreto.

Entretanto, diz o jornal, Anthony Guglielmi reconheceu nesse sábado que o Serviço Secreto tinha recusado algumas solicitações de ativos de segurança federais adicionais para a equipe de Trump. Duas pessoas por dentro do assunto confirmaram ao The New York Times, ainda, que a campanha do ex-presidente americano estava buscando recursos adicionais nos últimos anos. De acordo com Guglielmi, os pedidos negados não eram especificamente para o comício em que ocorreu o atentado.

O jornal diz, também, ter sido informado pelo porta-voz que o Serviço Secreto trabalha em um "ambiente de ameaça dinâmica" e, nos casos nos quais a agência não pôde fornecer mais recursos, ela complementou a segurança dos comícios de Trump com recursos policiais estaduais e locais ou alterou seus planos de segurança para reduzir a exposição do político. Segundo Guglielmi, a quantidade de recursos que o Serviço Secreto pode enviar para eventos é limitada.

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