Maduro faz apelo contra ações militares dos EUA: "Parem a guerra"
Presidente venezuelano criticou operações americanas na região e alertou para riscos de conflito no Caribe
SBT News, com informações da Reuters
15/11/2025, 02:22 • Atualizado em 15/11/2025, 02:22
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Maduro: Parem a guerra. Não à guerra.” | Reprodução
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, fez um apelo contra ações militares dos Estados Unidos durante o encerramento do Encontro Internacional de Juristas em Defesa do Direito Internacional, realizado nesta sexta-feira (14), em Caracas.
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“Parem com a mão insana daqueles que ordenam bombardeios, assassinatos e a guerra na América do Sul e no Caribe. Parem a guerra. Não à guerra.”
O presidente venezuelano reforçou que a situação internacional exige atenção, destacando o que chamou de “ameaças que pairam sobre o Mar do Caribe” em razão das operações militares dos EUA na região.
O encontro teve duração de dois dias e reuniu juristas, especialistas e acadêmicos internacionais para discutir riscos à paz, à soberania e à estabilidade na América Latina.
Maduro aproveitou o encerramento para reforçar críticas à presença militar dos EUA no hemisfério.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou na quinta-feira (13) que a ofensiva envolve o comando de combate das forças armadas dos EUA Comando Sul (Southcom) que abrange 31 países que estão na América do Sul e Central e do Caribe.
A 'Operação Lança Sul' representa mais um movimento do governo Trump para reforçar sua presença militar e diplomática na América Latina.
Na última terça-feira (11), o porta-aviões USS Gerald R. Ford dos Estados Unidos, considerado o maior e mais moderno do mundo, chegou ao território dos EUA na América do Sul.
Foco na Venezuela e tensões regionais
Fontes militares ouvidas pela agência Reuters apontam que as obras indicam movimentação voltada à Venezuela. O presidente Nicolás Maduro afirma que Washington tenta desestabilizá-lo.
Desde setembro, as forças norte-americanas realizaram 14 ataques contra navios suspeitos de narcotráfico no Caribe e no Pacífico, resultando em 61 mortes, ações que aumentaram as tensões com Venezuela e Colômbia, que veem o avanço militar americano como ameaça à soberania regional.
Maduro faz apelo contra ações militares dos EUA: "Parem a guerra"Presidente venezuelano criticou operações americanas na região e alertou para riscos de conflito no CaribeMundo2025-11-15T02:22:44.554ZO presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, fez um apelo contra ações militares dos Estados Unidos durante o encerramento do Encontro Internacional de Juristas em Defesa do Direito Internacional, realizado nesta sexta-feira (14), em Caracas. Ele pediu que o povo americano “pare a guerra” e criticou bombardeios e operações militares na América do Sul e no Caribe. + “Parem com a mão insana daqueles que ordenam bombardeios, assassinatos e a guerra na América do Sul e no Caribe. Parem a guerra. Não à guerra.” O presidente venezuelano reforçou que a situação internacional exige atenção, destacando o que chamou de “ameaças que pairam sobre o Mar do Caribe” em razão das operações militares dos EUA na região. O encontro teve duração de dois dias e reuniu juristas, especialistas e acadêmicos internacionais para discutir riscos à paz, à soberania e à estabilidade na América Latina. Maduro aproveitou o encerramento para reforçar críticas à presença militar dos EUA no hemisfério. Operação Lança Sul As declarações de Maduro ocorreram no mesmo dia em que Washington no Hemisfério Ocidental. O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou na quinta-feira (13) que a ofensiva envolve o comando de combate das forças armadas dos EUA Comando Sul (Southcom) que abrange 31 países que estão na América do Sul e Central e do Caribe. + A 'Operação Lança Sul' representa mais um movimento do governo Trump para reforçar sua presença militar e diplomática na América Latina. Na última terça-feira (11), o porta-aviões USS Gerald R. Ford dos Estados Unidos, considerado o maior e mais moderno do mundo, chegou ao território dos EUA na América do Sul. Foco na Venezuela e tensões regionais Fontes militares ouvidas pela agência Reuters apontam que as obras indicam movimentação voltada à Venezuela. O presidente Nicolás Maduro afirma que Washington tenta desestabilizá-lo. + Desde setembro, as forças norte-americanas realizaram 14 ataques contra navios suspeitos de narcotráfico no Caribe e no Pacífico, resultando em 61 mortes, ações que aumentaram as tensões com Venezuela e Colômbia, que veem o avanço militar americano como ameaça à soberania regional.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/maduro-faz-apelo-contra-acoes-militares-dos-eua-e-diz-parem-a-guerra
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