Hong Kong ainda tem 300 desaparecidos após incêndio em conjunto habitacional
Polícia investiga construtora e já prendeu três funcionários que podem ser responsabilizados; pelo menos 83 pessoas morreram
SBT News, com informações da Reuters
27/11/2025, 12:45 • Atualizado em 28/11/2025, 02:59
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Ao menos 300 pessoas seguem desaparecidas após o grave incêndio na quarta-feira (26) que destruiu boa parte de umconjunto habitacional em Hong Kong. Nesta quinta-feira (27), o corpo de bombeiros ainda trabalhava para manter as chamas sob controle. Até o momento, 83 mortes foram confirmadas.
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A polícia local investiga a construtora encarregada pelo condomínio Wang Fuk Court, localizado no distrito de Tai Po. A empreiteira Prestige Construction and Engineering teve documentos de licitação apreendidos, além de 14 computadores, três telefones celulares e uma lista de funcionários que podem ser responsabilizados pela tragédia. Três trabalhadores já foram presos.
Conforme a superintendente da polícia Eileen Chung, "a forma incontrolável com que o fogo se espalhou pelo prédio é de responsabilidade da empresa, que foi extremamente negligente". Trata-se do incêndio mais mortal de Hong Kong em 77 anos.
O líder de Hong Kong, John Lee Ka-chiu, fala em criar um fundo de HK$ 300 milhões (cerca de R$ 206,3 milhões) para ajudar os desabrigados do complexo, que era composto por 2 mil apartamentos, distribuídos em oito torres de 32 andares, e 4,8 mil moradores.
Pelo menos 900 pessoas já foram encaminhadas para abrigos temporários. Segundo John Lee, o Departamento de Assuntos Internos e o Departamento de Assistência Social de Hong Kong estabeleceram postos de atendimento no local do incêndio e estão oferecendo assistência e apoio psicológico às famílias.
O departamento da cidade também avalia substituir gradualmente os andaimes de bambu em todo o centro financeiro asiático por andaimes de metal como medida de segurança.
Hong Kong ainda tem 300 desaparecidos após incêndio em conjunto habitacionalPolícia investiga construtora e já prendeu três funcionários que podem ser responsabilizados; pelo menos 83 pessoas morreram Mundo2025-11-27T12:45:23.758ZAo menos 300 pessoas seguem desaparecidas após o grave incêndio na quarta-feira (26) que destruiu boa parte de um . Nesta quinta-feira (27), o corpo de bombeiros ainda trabalhava para manter as chamas sob controle. Até o momento, 83 mortes foram confirmadas. A polícia local investiga a construtora encarregada pelo condomínio Wang Fuk Court, localizado no distrito de Tai Po. A empreiteira Prestige Construction and Engineering teve documentos de licitação apreendidos, além de 14 computadores, três telefones celulares e uma lista de funcionários que podem ser responsabilizados pela tragédia. Conforme a superintendente da polícia Eileen Chung, "a forma incontrolável com que o fogo se espalhou pelo prédio é de responsabilidade da empresa, que foi extremamente negligente". Trata-se do incêndio mais mortal de Hong Kong em 77 anos. O líder de Hong Kong, John Lee Ka-chiu, fala em criar um fundo de HK$ 300 milhões (cerca de R$ 206,3 milhões) para ajudar os desabrigados do complexo, que era composto por 2 mil apartamentos, distribuídos em oito torres de 32 andares, e 4,8 mil moradores. Pelo menos 900 pessoas já foram encaminhadas para abrigos temporários. Segundo John Lee, o Departamento de Assuntos Internos e o Departamento de Assistência Social de Hong Kong estabeleceram postos de atendimento no local do incêndio e estão oferecendo assistência e apoio psicológico às famílias. O departamento da cidade também avalia substituir gradualmente os andaimes de bambu em todo o centro financeiro asiático por andaimes de metal como medida de segurança.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/incendio-hong-kong-300-desaparecidos-conjunto-habitacional
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