EUA concluem construção de píer flutuante para levar ajuda humanitária a Gaza
Cais temporário receberá grandes quantidades de alimentos e remédios para atender população; itens serão distribuídos pela ONU
C
Camila Stucaluc
16/05/2024, 10:45 • Atualizado em 16/05/2024, 10:54
compartilhar
Píer flutuante na costa de Gaza | Reprodução/redes sociais
Os Estados Unidos completaram, nesta quinta-feira (16), a construção do píer marítimo na costa de Faixa de Gaza para a entrega de ajuda humanitária. O território, atualmente palco da guerra entre Israel e o grupo Hamas, vem sofrendo uma intensa crise humanitária, com quase toda a população sofrendo de insegurança alimentar aguda grave.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Segundo o governo, os navios humanitários chegarão já nos próximos dias. Os itens serão recebidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), que também irá coordenar a distribuição em Gaza. Por ordem, os militares norte-americanos não deverão deixar o cais temporário, uma vez que estarão atuando perto da zona de guerra.
A nova porta de entrada de ajuda humanitária acontece num momento crítico em Gaza. No início de maio, as forças israelenses tomaram controle de parte da cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, incluindo a fronteira com o Egito. A passagem era uma das únicas utilizadas para a entrega de ajuda humanitária, o que prejudicou as distribuições.
Organizações internacionais criticaram a ofensiva de Israel na cidade, dizendo que o acesso humanitário deve ser respeitado. O secretário-geral da ONU, António Guterres, por exemplo, disse estar “chocado” com a escalada em Rafah.
“Essas ações estão impedindo ainda mais o acesso humanitário e agravando uma situação já terrível. Ao mesmo tempo, o Hamas continua disparando foguetes indiscriminadamente. Os civis devem ser respeitados e protegidos em todos os momentos, em Rafah e em outros lugares de Gaza. Para as pessoas em Gaza, nenhum lugar é seguro agora”, disse.
EUA concluem construção de píer flutuante para levar ajuda humanitária a GazaCais temporário receberá grandes quantidades de alimentos e remédios para atender população; itens serão distribuídos pela ONUMundo2024-05-16T10:45:14.414ZOs Estados Unidos completaram, nesta quinta-feira (16), a construção do píer marítimo na costa de Faixa de Gaza para a entrega de ajuda humanitária. O território, atualmente palco da guerra entre Israel e o grupo Hamas, vem sofrendo uma intensa crise humanitária, com quase toda a população sofrendo de insegurança alimentar aguda grave. Segundo o governo, os navios humanitários chegarão já nos próximos dias. Os itens serão recebidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), que também irá coordenar a distribuição em Gaza. Por ordem, os militares norte-americanos não deverão deixar o cais temporário, uma vez que estarão atuando perto da zona de guerra. A nova porta de entrada de ajuda humanitária acontece num momento crítico em Gaza. No início de maio, as forças israelenses tomaram controle de parte da cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, . A passagem era uma das únicas utilizadas para a entrega de ajuda humanitária, o que prejudicou as distribuições. Organizações internacionais criticaram a ofensiva de Israel na cidade, dizendo que o acesso humanitário deve ser respeitado. O secretário-geral da ONU, António Guterres, por exemplo, disse estar “chocado” com a escalada em Rafah. “Essas ações estão impedindo ainda mais o acesso humanitário e agravando uma situação já terrível. Ao mesmo tempo, o Hamas continua disparando foguetes indiscriminadamente. Os civis devem ser respeitados e protegidos em todos os momentos, em Rafah e em outros lugares de Gaza. Para as pessoas em Gaza, nenhum lugar é seguro agora”, disse.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/eua-concluem-construcao-de-pier-flutuante-para-levar-ajuda-humanitaria-a-gaza
Gakiya diz que não encontrou elo entre alvo dos EUA e PCC
Ao SBT News, Lincoln Gakiya afirma que até o momento não possui evidências de ligação de Victor Shimada com facção e alerta para risco de sanções dos EUA