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Segundo informações da Reuters, o governo norte-americano se recusa, por enquanto, a conceder o agrément — autorização formal necessária para que um diplomata estrangeiro assuma o posto — ao diplomata francês Aurélien Lechevallier, escolhido pelo presidente Emmanuel Macron para substituir o atual embaixador Laurent Bili em Washington.
Lechevallier é atualmente chefe de gabinete do ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, e tinha previsão de assumir o cargo em setembro de 2025. Sem o aval norte-americano, porém, a chegada dele aos Estados Unidos pode ser adiada por tempo indeterminado ou até mesmo inviabilizada.
A decisão seria uma resposta às críticas públicas feitas pela França à política de direitos humanos dos Estados Unidos. O estopim foi uma publicação da missão francesa junto às Nações Unidas, em Genebra, criticando o voto norte-americano contra a renovação do mandato de Volker Türk como alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos.
Na mensagem, a representação francesa afirmou que os Estados Unidos deixaram de ser um "farol dos direitos humanos" e passaram a ficar isolados ao lado de países como Rússia, Coreia do Norte, Nicarágua e Mali.
"Os Estados Unidos estão muito decepcionados com a retórica irresponsável e desrespeitosa dos franceses. Estamos respondendo adequadamente aos seus comentários", afirmou um funcionário do governo norte-americano ao veículo francês Le Figaro. Depois da declaração, a delegação americana deixou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU quando o embaixador da França começou a falar, em protesto.
Segundo fontes ouvidas pela Reuters, embora nenhuma decisão definitiva tenha sido tomada, integrantes da administração Trump demonstraram forte irritação com as críticas francesas. Outras fontes afirmam que ainda há esforços para diminuir as tensões.
EUA ameaçam aval de embaixador francêsAurélien Lechevallier espera agrèment americano desde setembroMundo2026-08-05T16:48:10.292ZAo mesmo tempo em que alegando, entre outros pontos, que o Brasil demora em conceder o aval diplomático ao os Estados Unidos fazem um movimento similar com a França. Segundo informações da Reuters, o governo norte-americano se recusa, por enquanto, a conceder o agrément — autorização formal necessária para que um diplomata estrangeiro assuma o posto — ao diplomata francês Aurélien Lechevallier, escolhido pelo presidente Emmanuel Macron para substituir o atual embaixador Laurent Bili em Washington. Lechevallier é atualmente chefe de gabinete do ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, e tinha previsão de assumir o cargo em setembro de 2025. Sem o aval norte-americano, porém, a chegada dele aos Estados Unidos pode ser adiada por tempo indeterminado ou até mesmo inviabilizada. A decisão seria uma resposta às críticas públicas feitas pela França à política de direitos humanos dos Estados Unidos. O estopim foi uma publicação da missão francesa junto às Nações Unidas, em Genebra, criticando o voto norte-americano contra a renovação do mandato de Volker Türk como alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos. Na mensagem, a representação francesa afirmou que os Estados Unidos deixaram de ser um "farol dos direitos humanos" e passaram a ficar isolados ao lado de países como Rússia, Coreia do Norte, Nicarágua e Mali. "Os Estados Unidos estão muito decepcionados com a retórica irresponsável e desrespeitosa dos franceses. Estamos respondendo adequadamente aos seus comentários", afirmou um funcionário do governo norte-americano ao veículo francês Le Figaro. Depois da declaração, a delegação americana deixou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU quando o embaixador da França começou a falar, em protesto. Segundo fontes ouvidas pela Reuters, embora nenhuma decisão definitiva tenha sido tomada, integrantes da administração Trump demonstraram forte irritação com as críticas francesas. Outras fontes afirmam que ainda há esforços para diminuir as tensões. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/eua-ameacam-aval-de-embaixador-frances
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