Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Segundo a mídia estatal do Kuwait, nas últimas 24 horas ao menos 13 mísseis balísticos e 17 veículos aéreos não tripulados (VANTs/drones) do Irã foram interceptados e destruídos pelas defesas aéreas do país. Após o ataque os voos chegaram a ficar suspensos, mas já foram retomados. As vítimas dos ataques, que também atingiram áreas civis, foram encaminhadas para hospitais da região.
O Catar, os Emirados Árabes Unidos, Egito, Arábia Saudita, Jordânia e Líbano condenaram os ataques e a "violação flagrante" da soberania do Kuwait, repudiando a "escalada perigosa" do conflito.
O Irã, em contrapartida, acusou o "exército terrorista" dos EUA de fomentar as tensões no Golfo ao atacar um navio comercial e uma torre de comunicações, e advertiu as nações que permitem que seu território seja usado para lançar ataques.
“Qualquer país que permita que partes agressoras usem seu território, espaço marítimo ou aéreo, ou as instalações e bases localizadas em seu território, para realizar ou apoiar agressões militares contra o Irã, está violando claramente as normas fundamentais do direito internacional e o princípio da boa vizinhança”, afirmou um comunicado do Ministério das Relações Exteriores, citado pela agência de notícias Fars.
“É evidente que a responsabilidade pelas consequências desta situação recai sobre os agressores americano-sionistas e sobre as partes que os auxiliam em seus atos de agressão contra o Irã, fornecendo-lhes território e recursos.”
Ataque do Irã a aeroporto no Kuwait mata 1 e fere 63Teerã voltou a atacar países do Golfo Pérsico com bases militares dos EUA após Washington bombardear região próxima ao Estreito de OrmuzMundo2026-06-03T14:02:55.857Z. Teerã voltou a atacar países do Golfo Pérsico nesta quarta-feira (3) em perto do Estreito de Ormuz. O Bahrein também teria sido alvo de mísseis e drones. Segundo a mídia estatal do Kuwait, nas últimas 24 horas ao menos 13 mísseis balísticos e 17 veículos aéreos não tripulados (VANTs/drones) do Irã foram interceptados e destruídos pelas defesas aéreas do país. Após o ataque os voos chegaram a ficar suspensos, mas já foram retomados. As vítimas dos ataques, que também atingiram áreas civis, foram encaminhadas para hospitais da região. O Catar, os Emirados Árabes Unidos, Egito, Arábia Saudita, Jordânia e Líbano condenaram os ataques e a "violação flagrante" da soberania do Kuwait, repudiando a "escalada perigosa" do conflito. O Irã, em contrapartida, acusou o "exército terrorista" dos EUA de fomentar as tensões no Golfo ao atacar um navio comercial e uma torre de comunicações, e advertiu as nações que permitem que seu território seja usado para lançar ataques. “Qualquer país que permita que partes agressoras usem seu território, espaço marítimo ou aéreo, ou as instalações e bases localizadas em seu território, para realizar ou apoiar agressões militares contra o Irã, está violando claramente as normas fundamentais do direito internacional e o princípio da boa vizinhança”, afirmou um comunicado do Ministério das Relações Exteriores, citado pela agência de notícias Fars. “É evidente que a responsabilidade pelas consequências desta situação recai sobre os agressores americano-sionistas e sobre as partes que os auxiliam em seus atos de agressão contra o Irã, fornecendo-lhes território e recursos.”São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/ataque-do-ira-a-aeroporto-no-kuwait-mata-1-e-fere-63
Suposto membro do PCC é morto em presídio na Bolívia
Homem, identificado apenas pelas iniciais L.R.S., foi 'neutralizado' após colocar a vida de pessoas em risco, afirmou a Direção-Geral do Regime Penitenciário
Green card: Eduardo nega ajuda política e cita habilidades
Visto foi concedido na categoria EB-1A por habilidades extraordinárias; segundo o ex-deputado, o processo durou cerca de um ano e ocorreu sem ajuda política
Brasil encerra hospital montado após terremoto na Venezuela
Operação em La Guaira foi instalada em 29 de junho e realizou 2.695 atendimentos médicos, sendo 15 cirurgias; mortos pelos tremores já passaram dos 5.000