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O movimento ocorre em um momento decisivo, já que a Câmara dos Deputados deve analisar o projeto de reforma trabalhista, aprovado pelo Senado na semana passada, nesta quinta-feira (19).
Em meio às mobilizações, o governo argentino determinou medidas específicas para a atuação da imprensa durante a cobertura dos protestos previstos entre os dias 18 e 20 de fevereiro de 2026, nas proximidades do Congresso Nacional, em Buenos Aires.
Segundo o Ministério da Segurança Nacional, jornalistas, cinegrafistas e equipes devem evitar se posicionar entre manifestantes e forças de segurança, para reduzir riscos em caso de confrontos.
"Com o objetivo de reduzir situações de risco, recomenda-se (à imprensa) evitar posicionar-se entre eventuais focos de violência e o efetivo das forças de segurança destacado para a operação", disse o Ministério da Segurança da Argentina, em um comunicado.
Estas medidas permiten resguardar la integridad de los periodistas y el buen desarrollo del operativo. Se solicita respetarlas. pic.twitter.com/XGXUw1yWtz
— Ministerio de Seguridad Nacional (@MinSeguridad_Ar) February 17, 2026
Greve afeta operações portuárias e exportações
Nesta quarta-feira (18), a greve de trabalhadores marítimos paralisou as exportações de grãos e derivados na Argentina, especialmente na região portuária de Rosário, um dos principais centros agroexportadores do mundo.
A paralisação afeta operações essenciais, como atracação e desatracação de navios, transporte prático e serviços de apoio às embarcações.
Segundo Gustavo Idígoras, presidente da Câmara de Exportadores e Processadores de Grãos (CIARA-CEC), a greve de 48 horas interrompeu completamente as atividades do setor.
“Isso claramente paralisa totalmente as atividades de agroexportação e nos parece uma medida totalmente política e distante das necessidades específicas”, afirmou Idígoras.
A região de Rosário concentra grande parte das exportações agrícolas do país, especialmente de soja e derivados, um dos principais produtos da economia argentina.
O sindicato dos trabalhadores da indústria de oleaginosas (SOEA), que atua em San Lorenzo — área próxima ao porto onde estão importantes usinas de processamento de soja — também aderiu à paralisação.
Argentina terá greve geral contra reforma trabalhista nesta quinta (19); Milei alerta jornalistas Em meio às mobilizações, o governo argentino determinou medidas específicas para a atuação da imprensa durante a cobertura dos protestosMundo2026-02-19T05:25:11.228ZA greve de trabalhadores iniciada nesta quarta-feira (18) afetou operações portuárias estratégicas na Argentina e ocorre em meio a uma ), uma das principais centrais sindicais do país. O movimento ocorre em um momento decisivo, já que a Câmara dos Deputados deve analisar o projeto de reforma trabalhista, , nesta quinta-feira (19). + Em meio às mobilizações, o governo argentino determinou medidas específicas para a atuação da imprensa durante a cobertura dos protestos previstos entre os dias 18 e 20 de fevereiro de 2026, nas proximidades do Congresso Nacional, em Buenos Aires. Segundo o Ministério da Segurança Nacional, jornalistas, cinegrafistas e equipes devem evitar se posicionar entre manifestantes e forças de segurança, para reduzir riscos em caso de confrontos. "Com o objetivo de reduzir situações de risco, recomenda-se (à imprensa) evitar posicionar-se entre eventuais focos de violência e o efetivo das forças de segurança destacado para a operação", disse o Ministério da Segurança da Argentina, em um comunicado. Greve afeta operações portuárias e exportações Nesta quarta-feira (18), a greve de trabalhadores marítimos paralisou as exportações de grãos e derivados na Argentina, especialmente na região portuária de Rosário, um dos principais centros agroexportadores do mundo. A paralisação afeta operações essenciais, como atracação e desatracação de navios, transporte prático e serviços de apoio às embarcações. + Segundo Gustavo Idígoras, presidente da Câmara de Exportadores e Processadores de Grãos (CIARA-CEC), a greve de 48 horas interrompeu completamente as atividades do setor. “Isso claramente paralisa totalmente as atividades de agroexportação e nos parece uma medida totalmente política e distante das necessidades específicas”, afirmou Idígoras. A região de Rosário concentra grande parte das exportações agrícolas do país, especialmente de soja e derivados, um dos principais produtos da economia argentina. O sindicato dos trabalhadores da indústria de oleaginosas (SOEA), que atua em San Lorenzo — área próxima ao porto onde estão importantes usinas de processamento de soja — também aderiu à paralisação.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/argentina-tera-greve-geral-contra-reforma-trabalhista-nesta-quinta-19-milei-alerta-jornalistas-1
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