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Os desaparecidos são: Patrícia Barroso da Silva; Apoliana Oliveira, de 36 anos, Romualdo Marcião de Almeida, de 80 anos; o tripulante da embarcação Renato Alan Melo Basto, de 40 anos, e a advogada Ana Carla Izel, de 40 anos.
Até o momento, 71 pessoas foram resgatadas com vida e três mortes foram confirmadas, segundo as autoridades.
As equipes utilizam equipamentos ultramodernos, como um sonar monitorado pela Defesa Civil do Amazonas, que permite identificar objetos submersos no rio.
O equipamento já detectou estruturas como um bote de aproximadamente quatro metros de comprimento e até uma balsa, o que ajuda a direcionar as áreas de busca.
O Corpo de Bombeiros já percorreu mais de 200 quilômetros, em uma área estimada de 320 quilômetros quadrados, na tentativa de localizar os desaparecidos.
Dificuldades da operação
As equipes enfrentam desafios como a forte correnteza do rio Amazonas, que dificulta a localização de vítimas e destroços.
A extensão da área de busca e a profundidade do rio também tornam a operação mais complexa.
As causas do acidente ainda são investigadas pelas autoridades. Informações preliminares indicam que a embarcação transportava dezenas de passageiros quando ocorreu o naufrágio.
Colaborou Antonio Souza
Cinco seguem desaparecidos após naufrágio em Manaus; buscas são reforçadasEquipes usam sonar e já percorreram mais de 200 km no rio Amazonas; 71 pessoas foram resgatadasBrasil2026-02-19T02:24:04.486ZCinco pessoas seguem desaparecidas após o , em Manaus, no Amazonas. As equipes de resgate reforçaram as operações com novos equipamentos para tentar localizar as vítimas. Os desaparecidos são: Patrícia Barroso da Silva; Apoliana Oliveira, de 36 anos, Romualdo Marcião de Almeida, de 80 anos; o tripulante da embarcação Renato Alan Melo Basto, de 40 anos, e a advogada Ana Carla Izel, de 40 anos. + Até o momento, 71 pessoas foram resgatadas com vida e três mortes foram confirmadas, segundo as autoridades. As equipes utilizam equipamentos ultramodernos, como um sonar monitorado pela Defesa Civil do Amazonas, que permite identificar objetos submersos no rio. O equipamento já detectou estruturas como um bote de aproximadamente quatro metros de comprimento e até uma balsa, o que ajuda a direcionar as áreas de busca. O Corpo de Bombeiros já percorreu mais de 200 quilômetros, em uma área estimada de 320 quilômetros quadrados, na tentativa de localizar os desaparecidos. Dificuldades da operação As equipes enfrentam desafios como a forte correnteza do rio Amazonas, que dificulta a localização de vítimas e destroços. A extensão da área de busca e a profundidade do rio também tornam a operação mais complexa. As causas do acidente ainda são investigadas pelas autoridades. Informações preliminares indicam que a embarcação transportava dezenas de passageiros quando ocorreu o naufrágio.
Colaborou Antonio Souza São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/cinco-seguem-desaparecidos-apos-naufragio-em-manaus-buscas-sao-reforcadas
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