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"Agora estou em um lugar seguro e mais determinada do que nunca para continuar com vocês até o fim. A Venezuela será livre!", disse María Corina. Ela também lamentou que um manifestante tenha sido baleado durante sua detenção pelas forças do regime. A líder prometeu divulgar nesta sexta-feira (10) detalhes do ocorrido e os próximos passos do partido oposicionista.
Após meses longe de eventos públicos, María Corina participou de um protesto que mobilizou as ruas de Caracas. Quando deixava a manifestação, tiros foram disparados contra ela e integrantes de seu partido. María Corina foi detida por algumas horas e, posteriormente, o Comando de Campanha Nacional, partido opositor, informou sua libertação em uma publicação no X.
O partido denunciou que María Corina foi obrigada a gravar vídeos durante a detenção. Nas redes sociais, circula um vídeo não verificado em que ela supostamente afirma estar bem.
Impedida de disputar a eleição presidencial pelo Tribunal Eleitoral da Venezuela, María Corina foi representada por Edmundo González, que concorreu pelo partido oposicionista.
Após o pleito, o partido afirmou ter reunido atas que comprovam a vitória de González. No entanto, Nicolás Maduro se declarou vencedor, com resultado confirmado pela Corte Eleitoral controlada pelo chavismo. A falta de divulgação completa dos resultados levantou dúvidas da comunidade internacional sobre a credibilidade do processo eleitoral.
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Após ser detida por forças chavistas, María Corina diz que está em um lugar seguro: "A Venezuela será livre"Líder da oposição foi detida por algumas horas após participar de uma manifestação contra a posse de Nicolás MaduroMundo2025-01-10T01:36:58.887ZMaría Corina Machado, líder da oposição na Venezuela, publicou no X que está em lugar seguro e que o país será livre. A publicação desta quinta-feira (9) foi feita após , que está prevista para acontecer nesta sexta-feira (10). O governo de Maduro nega envolvimento no caso.
"Agora estou em um lugar seguro e mais determinada do que nunca para continuar com vocês até o fim. A Venezuela será livre!", disse María Corina. Ela também lamentou que um manifestante tenha sido baleado durante sua detenção pelas forças do regime. A líder prometeu divulgar nesta sexta-feira (10) detalhes do ocorrido e os próximos passos do partido oposicionista. Após meses longe de eventos públicos, María Corina participou de um protesto que mobilizou as ruas de Caracas. Quando deixava a manifestação, tiros foram disparados contra ela e integrantes de seu partido. María Corina foi detida por algumas horas e, posteriormente, o Comando de Campanha Nacional, partido opositor, informou sua libertação em uma publicação no X. O partido denunciou que María Corina foi obrigada a gravar vídeos durante a detenção. Nas redes sociais, circula um vídeo não verificado em que ela supostamente afirma estar bem. Impedida de disputar a eleição presidencial pelo Tribunal Eleitoral da Venezuela, María Corina foi representada por Edmundo González, que concorreu pelo partido oposicionista. Após o pleito, o partido afirmou ter reunido atas que comprovam a vitória de González. No entanto, Nicolás Maduro se declarou vencedor, com resultado confirmado pela Corte Eleitoral controlada pelo chavismo. A falta de divulgação completa dos resultados levantou dúvidas da comunidade internacional sobre a credibilidade do processo eleitoral.
São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/apos-ser-detida-por-forcas-chavistas-maria-corina-diz-que-esta-em-um-lugar-seguro-a-venezuela-sera-livre
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