Justiça

Polícia Federal adia três depoimentos do caso Master que estavam previstos para esta terça (27)

Apenas um depoente foi ouvido, o ex-diretor do Banco Master, Luiz Antonio Bull; duas oitivas já haviam sido adiadas nessa segunda (26)

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Banco Master se tornou alvo de apurações após irregularidades identificadas por órgãos de controle, como o TCU e o BC | Foto: Amanda Perobelli/REUTERS
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A Polícia Federal (PF) adiou três depoimentos do caso Master que estavam previstos para esta terça-feira (27). Ao todo, quatro oitivas estavam programadas, envolvendo dirigentes do Banco de Brasília (BRB), do Master e sócios da instituição privada. Apenas um depoente foi ouvido hoje: Luiz Antonio Bull, o ex-diretor de Riscos, Compliance, Recursos Humanos e Tecnologia do Master. Duas oitivas já haviam sido adiadas nessa segunda (26).

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O adiamento ocorreu, porque as defesas alegaram que não tiveram acesso aos autos do processo. A PF não informou novas datas para as oitivas de Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de Operações Financeiras do BRB, Angelo Antonio Ribeiro da Silva, sócio do Banco Master, e Augusto Ferreira Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro.

Na segunda-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, relator do caso, autorizou o depoimentos de oito investigados para serem realizados. Mas somente Dario Oswaldo Garcia Junior, ex-diretor financeiro do Banco de Brasília, foi ouvido. Já nesta terça-feira, a primeira oitiva estava marcada para as 8h, mas, segundo fontes ouvidas pelo analista Cézar Feitoza, o início foi remarcado para as 10h. Os depoimentos estão sendo colhidos no STF.

A investigação apura suspeitas de irregularidades na negociação de carteiras de crédito entre o BRB e o Banco Master. Entre os possíveis crimes investigados estão gestão fraudulenta de instituição financeira, uso de informação privilegiada, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro, com suspeita de envolvimento do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco, além de familiares, sócios, empresários e investidores. Além disso, no dia 16 de janeiro, a investigação foi prorrogada por mais 60 dias por decisão se Toffoli.

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