Eleições

Caiado, Renan e Zema se pronunciam após vitória de Lula

Presidente foi reeleito com 51,79% dos votos contra Flávio Bolsonaro (PL)

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Camila Stucaluc
Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) | Flickr

Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) | Flickr

Políticos que disputaram o primeiro turno da eleição presidencial se manifestaram após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre os que se posicionaram estão Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo).

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Em coletiva em Goiânia, Ronaldo Caiado, que declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, afirmou que defendia uma renovação política, mas reconheceu o resultado do pleito.

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“Uma renovação. Era esse o ponto que todos nós lutamos favoravelmente a ele. Era buscar essa virada de página. Acreditamos nessa ideia. Mas nós, como democratas que somos, nos curvamos à decisão da maioria e à decisão da apuração. Essa sempre foi a nossa característica”, disse Caiado.

Renan Santos, por sua vez, afirmou que a vitória de Lula não se deu devido à um bom governo, mas da rejeição à família Bolsonaro e à postura de seus aliados, sobretudo em relação ao desempenho nas redes sociais.

“O governo Lula foi um governo fraco. Uma vitória que foi construída em cima da arrogância da família Bolsonaro e dos membros daquilo que a gente chama de bolsonarismo”, disse Renan. “Uma direita que fica dançando o tempo todo, termina dançando na eleição. Você não vai conseguir vencer o PT desse jeito. Mentindo pro eleitor, dançando, votando em corrupto”, acrescentou.

Pelas redes sociais, Romeu Zema acusou Lula de aplicar um "golpe à la Venezuela". O ex-governador de Minas Gerais questionou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que prorrogou o horário de votação em todo o país das 17h para as 19h, atendendo a um pedido da campanha do presidente.

Zema ainda classificou a disputa como “a eleição mais mentirosa” que já viu e acusou adversários de espalhar notícias falsas sem sofrer consequências. “Montaram um ‘exército’ pra espalhar mentiras e driblar a legislação. E nada aconteceu", disse.

O escritor Augusto Cury (Avante), que também disputou o primeiro turno da eleição presidencial, ainda não se manifestou. Assim como Caiado e Zema, ele declarou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno.

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