Em coletiva a jornalistas ao lado de aliados, Flávio disse que extensão do período de votação por duas horas foi "inexplicável". Ele levantou dúvidas sobre a idoneidade do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela liminar que adiou o fim da votação até às 19h. A decisão saiu perto de 17h e causou confusão em seções onde as urnas já haviam sido lacradas e não podiam mais ser abertas para o voto.
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"O que aconteceu no dia de hoje não foi algo normal. Foi algo, inclusive, inaceitável. Pela primeira vez na história um ministro da Suprema Corte, um ex-advogado do Lula, dá uma canetada e muda a regra do jogo", criticou.
Tanto o PT quanto o PL pediram a extensão do prazo ao TSE. No caso do partido de Lula, o requerimento foi motivado pela alegação de que as prefeituras de São Paulo (SP) e Salvador (BA) teriam deliberadamente reduzido a frota de ônibus em circulação para o segundo turno.
Já o partido de Flávio solicitou a prorrogação em 17 municípios nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Rio Grande do Sul devido às fortes chuvas que alagaram parte dos municípios.
Na ausência de uma deliberação da Corte Eleitoral, a campanha de Lula entrou com uma ação no Supremo e foi atendida por Zanin.
A decisão determinou que seções em que as urnas ainda estivessem abertas no momento da ordem permanecessem assim até às 19h, enquanto as que já tivessem sido lacradas totalizem o resultado para envio ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para Flávio, o processo representou uma "quebra total de isonomia" em cidades, o que justificaria o pedido de anulação.
"Eu nunca vou saber se em um estado em que as urnas não foram reabertas quantos votos eu poderia ter", afirmou.
A diferença de votos entre Lula e Flávio neste segundo turno foi de 4,4 milhões de votos: 51,79% a 48,21%. No primeiro turno, o candidato do PL tinha terminado à frente por 2,2 milhões.
Flávio alegou ainda que fiscais escalados pelo PL para acompanhar a apuração foram retirados da sala-cofre da Justiça Eleitoral depois da mudança.
"Tem muita coisa para ser esclarecida antes de o Brasil simplesmente reconhecer essa sacanagem que ocorreu agora nessas eleições", disparou.
Conforme a Coluna da Basília, a possibilidade de anulação é descartada por ministros da Corte Eleitoral justamente pela ampla vantagem de votos conquistados por Lula sob Flávio, o que dá legitimidade à vitória do petista.
Flávio se recusa a reconhecer resultado e pede anulaçãoCandidato do PL questionou decisão de estender eleições por mais duas horas e afirmou que condição torna "impossível" admitir vitória de Lula Política2026-10-26T01:49:03.414ZO candidato derrotado do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, afirmou na noite deste domingo (25) que vai entrar com recurso para anular o resultado das eleições que Em coletiva a jornalistas ao lado de aliados, Flávio disse que extensão do período de votação por duas horas foi "inexplicável". Ele levantou dúvidas sobre a idoneidade do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela liminar que adiou o fim da votação até às 19h. A decisão saiu perto de 17h e causou confusão em seções onde as urnas já haviam sido lacradas e não podiam mais ser abertas para o voto. 🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! "O que aconteceu no dia de hoje não foi algo normal. Foi algo, inclusive, inaceitável. Pela primeira vez na história um ministro da Suprema Corte, um ex-advogado do Lula, dá uma canetada e muda a regra do jogo", criticou. Tanto o PT quanto o PL pediram a extensão do prazo ao TSE. No caso do partido de Lula, o requerimento foi motivado pela alegação de que as prefeituras de São Paulo (SP) e Salvador (BA) teriam deliberadamente reduzido a frota de ônibus em circulação para o segundo turno. + Já o partido de Flávio solicitou a prorrogação em 17 municípios nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Rio Grande do Sul devido às fortes chuvas que alagaram parte dos municípios. Na ausência de uma deliberação da Corte Eleitoral, a campanha de Lula entrou com uma ação no Supremo e foi atendida por Zanin. A decisão determinou que seções em que as urnas ainda estivessem abertas no momento da ordem permanecessem assim até às 19h, enquanto as que já tivessem sido lacradas totalizem o resultado para envio ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para Flávio, o processo representou uma "quebra total de isonomia" em cidades, o que justificaria o pedido de anulação. "Eu nunca vou saber se em um estado em que as urnas não foram reabertas quantos votos eu poderia ter", afirmou. A diferença de votos entre Lula e Flávio neste segundo turno : 51,79% a 48,21%. No primeiro turno, o candidato do PL tinha terminado à frente por 2,2 milhões. Flávio alegou ainda que fiscais escalados pelo PL para acompanhar a apuração foram retirados da sala-cofre da Justiça Eleitoral depois da mudança. "Tem muita coisa para ser esclarecida antes de o Brasil simplesmente reconhecer essa sacanagem que ocorreu agora nessas eleições", disparou. Conforme a , a possibilidade de anulação é descartada por ministros da Corte Eleitoral justamente pela ampla vantagem de votos conquistados por Lula sob Flávio, o que dá legitimidade à vitória do petista. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/flavio-se-recusa-a-reconhecer-resultado-e-pede-anulacao
Jogador celebrou resultado eleitoral ao incluir imagem de Lula em tatuagens; atacante também enfrenta litígio imobiliário ligado a amigo de Flavio no RJ