Eleições

TSE descarta contestação internacional após decisão de Zanin

Integrantes da Corte reconhecem mal-estar com ordem do ministro do STF, mas afastam risco de contestação do resultado eleitoral

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Hariane Bittencourt
Ministro do STF Cristiano Zanin | Foto: Gustavo Moreno/STF

Ministro do STF Cristiano Zanin | Foto: Gustavo Moreno/STF

Apesar de reconhecerem o mal-estar causado pela decisão, integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) descartam que a ordem monocrática do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de estender o horário de votação neste domingo de segundo turno leve outros países a questionar o resultado das eleições brasileiras.

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A decisão de Zanin, tomada às 17h, horário tradicional de encerramento da votação, foi questionada por observadores internacionais. Fontes ouvidas pelo SBT News relataram que alguns deles perguntaram o que a medida significava e por que uma decisão de outra Corte, que não o TSE, poderia alterar o horário de votação em todo o país.

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Interlocutores reconhecem que a ordem provocou constrangimento entre integrantes e servidores do TSE, mas descartam a possibilidade de que outros países contestem ou deixem de reconhecer o resultado das eleições.

Segundo essas fontes, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, não se contrapôs à determinação de Zanin porque, nas palavras de interlocutores, “decisão judicial se cumpre”. A avaliação é que o cumprimento da ordem também evitou o risco de uma instabilidade institucional.

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