Exportadores brasileiros de carne bovina estão preocupados com um possível prolongamento da guerra no Oriente Médio, destino de cerca de 10% dos embarques do produto do Brasil, disse Roberto Perosa, presidente da Abiec, em entrevista à Reuters nesta terça-feira (3).
Perosa afirmou que as empresas da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) estimam que de 30% a 40% dos embarques também passem pelo Oriente Médio antes de chegar aos mercados do Sudeste Asiático e da China, tornando a situação extremamente preocupante.
Segundo Haddad, o atual ciclo favorável da economia nacional funciona como uma espécie de proteção diante de choques externos. O ministro destacou que o país vive um momento positivo na atração de investimentos, o que tende a suavizar oscilações no curto prazo.
“A equipe econômica está acompanhando atentamente, porque a dimensão que esse conflito pode alcançar é determinante. Hoje, o Brasil atravessa uma fase muito boa na atração de capital. Mesmo que haja alguma turbulência pontual, isso não deve afetar as variáveis macroeconômicas, a menos que haja uma escalada mais intensa da guerra”, afirmou.
Guerra no Oriente Médio pode afetar comércio de carne bovina do Brasil, diz AbiecEmpresas estimam que de 30% a 40% dos embarques passem pelo Oriente Médio antes de chegar aos mercados do Sudeste Asiático e da ChinaEconomia2026-03-03T21:01:38.248ZExportadores brasileiros de carne bovina estão preocupados com um possível prolongamento da guerra no Oriente Médio, destino de cerca de 10% dos embarques do produto do Brasil, disse Roberto Perosa, presidente da Abiec, em entrevista à Reuters nesta terça-feira (3). Perosa afirmou que as empresas da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) estimam que de 30% a 40% dos embarques também passem pelo Oriente Médio antes de chegar aos mercados do Sudeste Asiático e da China, tornando a situação extremamente preocupante. "Não há nada que possamos fazer", disse ele por telefone. "Está fora do nosso controle." O que diz Haddad O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou na segunda-feira (2) que a . Ele ponderou, no entanto, que uma eventual escalada do conflito pode modificar esse quadro. Segundo Haddad, o atual ciclo favorável da economia nacional funciona como uma espécie de proteção diante de choques externos. O ministro destacou que o país vive um momento positivo na atração de investimentos, o que tende a suavizar oscilações no curto prazo. “A equipe econômica está acompanhando atentamente, porque a dimensão que esse conflito pode alcançar é determinante. Hoje, o Brasil atravessa uma fase muito boa na atração de capital. Mesmo que haja alguma turbulência pontual, isso não deve afetar as variáveis macroeconômicas, a menos que haja uma escalada mais intensa da guerra”, afirmou.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/guerra-no-oriente-medio-pode-afetar-comercio-de-carne-bovina-do-brasil-diz-abiec
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