Galípolo diz que BC segue "dependente de dados" para definir juros e cita suavização da atividade
Taxa Selic foi mantida em 15% ao ano no mais recente anúncio do Comitê de Política Monetária, em 17 de setembro
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SBT News, com informações da Reuters
25/09/2025, 15:57 • Atualizado em 25/09/2025, 15:58
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Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante apresentação do BC em Brasília | Divulgação/Raphael Ribeiro/BC
O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (25) que a instituição segue "dependente de dados" para definir o nível de juros e, ao mesmo tempo, pontuou que há uma convergência da economia para um cenário de suavização da atividade.
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Durante entrevista coletiva em Brasília, Galípolo afirmou que o uso do termo "bastante prolongado" ao se referir à política monetária mostra que o BC segue dependente de dados.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central utilizou este termo no comunicado de seu último encontro, indicando a intenção de manter a taxa básica de juros, a Selic, no atual nível de 15% ao ano para permitir a convergência da inflação à meta.
Na coletiva, Galípolo acrescentou que a retirada do termo "continuidade da interrupção" do comunicado do Copom se deu porque "parecia ficar um pouco extemporâneo" mantê-lo no documento, "ainda que siga a ideia de que estamos dependentes de dados".
Galípolo diz que BC segue "dependente de dados" para definir juros e cita suavização da atividadeTaxa Selic foi mantida em 15% ao ano no mais recente anúncio do Comitê de Política Monetária, em 17 de setembroEconomia2025-09-25T15:57:15.087ZO presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (25) que a instituição segue "dependente de dados" para definir o nível de juros e, ao mesmo tempo, pontuou que há uma convergência da economia para um cenário de suavização da atividade. Durante entrevista coletiva em Brasília, Galípolo afirmou que o uso do termo "bastante prolongado" ao se referir à política monetária mostra que o BC segue dependente de dados. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central utilizou este termo no comunicado de seu último encontro, indicando a intenção de manter a taxa básica de juros, a Selic, no atual nível de 15% ao ano para permitir a convergência da inflação à meta. Na coletiva, Galípolo acrescentou que a retirada do termo "continuidade da interrupção" do comunicado do Copom se deu porque "parecia ficar um pouco extemporâneo" mantê-lo no documento, "ainda que siga a ideia de que estamos dependentes de dados".São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/galipolo-diz-que-bc-segue-dependente-de-dados-para-definir-juros-e-cita-suavizacao-da-atividade
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