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A medida foi formalizada por meio de portaria assinada pelo corregedor regional da PF no Rio de Janeiro. O documento determina o afastamento do servidor até a decisão final do Processo Administrativo Disciplinar (PAD), aberto no fim de janeiro para investigar a ausência de Eduardo ao posto na Delegacia da Polícia Federal em Angra dos Reis.
O processo apura se houve faltas injustificadas que possam caracterizar abandono de cargo. O ato determina a entrega da carteira funcional e da arma de fogo institucional ao chefe imediato no prazo de cinco dias úteis, salvo decisão em contrário da autoridade responsável pelo caso.
No mês passado, a Corregedoria da PF no Rio já havia instaurado procedimento disciplinar sumário para apurar as ausências. Eduardo Bolsonaro teve o mandato de deputado federal cassado em dezembro por faltas às sessões da Câmara e, após o fim do mandato, foi convocado a reassumir o cargo na Polícia Federal.
A corporação havia determinado, em ato publicado no início de janeiro, o retorno imediato às atividades. A ausência injustificada poderia resultar na adoção de medidas administrativas, o que culminou na abertura do processo disciplinar e, agora, no afastamento preventivo.
Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o início de 2025. Em janeiro, ele afirmou que não retornaria ao Brasil por se considerar alvo de perseguição política. O processo na Polícia Federal pode resultar em demissão, caso fique comprovada infração administrativa.
PF afasta Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão após abertura de processo disciplinarMedida publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (26) manda filho de ex-presidente também devolver a arma de propriedade da instituiçãoPolítica2026-02-26T15:02:05.857ZA Polícia Federal afastou preventivamente Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão, que ele ocupa na corporação, até . A decisão foi publicada no Diário Oficial da União na quinta-feira (26). A medida foi formalizada por meio de portaria assinada pelo corregedor regional da PF no Rio de Janeiro. O documento determina o afastamento do servidor até a decisão final do Processo Administrativo Disciplinar (PAD), aberto no fim de janeiro para investigar a ausência de Eduardo ao posto na Delegacia da Polícia Federal em Angra dos Reis. O processo apura se houve faltas injustificadas que possam caracterizar abandono de cargo. O ato determina a entrega da carteira funcional e da arma de fogo institucional ao chefe imediato no prazo de cinco dias úteis, salvo decisão em contrário da autoridade responsável pelo caso. No mês passado, a Corregedoria da PF no Rio já havia instaurado procedimento disciplinar sumário para apurar as ausências. Eduardo Bolsonaro teve o mandato de deputado federal cassado em dezembro por faltas às sessões da Câmara e, após o fim do mandato, foi convocado a reassumir o cargo na Polícia Federal. A corporação havia determinado, em ato publicado no início de janeiro, o retorno imediato às atividades. A ausência injustificada poderia resultar na adoção de medidas administrativas, o que culminou na abertura do processo disciplinar e, agora, no afastamento preventivo. Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o início de 2025. Em janeiro, ele afirmou que não retornaria ao Brasil por se considerar alvo de perseguição política. O processo na Polícia Federal pode resultar em demissão, caso fique comprovada infração administrativa.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/pf-afasta-eduardo-bolsonaro-do-cargo-de-escrivao-apos-abertura-de-processo-disciplinar
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