Adilsinho, um dos maiores contraventores do RJ, é preso pela PF
Investigado como chefe da máfia do cigarro ilegal e integrante da cúpula do jogo do bicho, estava foragido e tinha ao menos quatro mandados de prisão em aberto
Anita Prado
26/02/2026, 14:46 • Atualizado em 27/02/2026, 03:03
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A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira (26), Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, apontado por investigadores como um dos maiores contraventores do Rio de Janeiro e principal nome por trás do monopólio da venda de cigarros ilegais no estado. Ele foi capturado em uma casa em Cabo Frio, na Região dos Lagos.
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A prisão foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Rio de Janeiro (FICCO/RJ), em ação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Civil, com apoio do Serviço Aeropolicial. Segundo os investigadores, Adilsinho estava foragido por força de mandado expedido pela Justiça Federal e também era procurado pela Justiça Estadual, apontado como mandante de homicídios.
Ele é o principal investigado da Operação Libertatis II, deflagrada em março de 2025, que mira uma organização criminosa armada e com atuação transnacional especializada no comércio ilegal de cigarros. O grupo, segundo as apurações, domina territórios e impõe violência para controlar a distribuição do produto.
Jogo do bicho e samba
Além dos negócios com cigarro ilegal, Adilsinho também é apontado como integrante da cúpula do jogo do bicho no Rio. Ele teria ampliado sua área de atuação nos últimos anos, assumindo pontos na Zona Sul, no Centro e na Zona Norte da capital, além de manter influência na Baixada Fluminense, especialmente em Duque de Caxias. Segundo os investigadores, ele defendia a formação de uma “nova cúpula” da contravenção no estado.
Adilsinho também é conhecido no mundo do samba. Em 2024, tornou-se patrono da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, movimento interpretado como tentativa de reforçar prestígio e influência no meio do bicho — tradição histórica entre contraventores.
Após a prisão, o contraventor foi levado para a Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Ainda nesta quinta-feira, ele deve ser encaminhado ao sistema prisional do Rio de Janeiro.
Adilsinho, um dos maiores contraventores do RJ, é preso pela PF Investigado como chefe da máfia do cigarro ilegal e integrante da cúpula do jogo do bicho, estava foragido e tinha ao menos quatro mandados de prisão em abertoCidades2026-02-26T14:46:43.896ZA Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira (26), Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, apontado por investigadores como um dos maiores contraventores do Rio de Janeiro e principal nome por trás do monopólio da venda de cigarros ilegais no estado. Ele foi capturado em uma casa em Cabo Frio, na Região dos Lagos. + A prisão foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Rio de Janeiro (FICCO/RJ), em ação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Civil, com apoio do Serviço Aeropolicial. Segundo os investigadores, Adilsinho estava foragido por força de mandado expedido pela Justiça Federal e também era procurado pela Justiça Estadual, apontado como mandante de homicídios. Ele é o principal investigado da Operação Libertatis II, deflagrada em março de 2025, que mira uma organização criminosa armada e com atuação transnacional especializada no comércio ilegal de cigarros. O grupo, segundo as apurações, domina territórios e impõe violência para controlar a distribuição do produto. Jogo do bicho e samba Além dos negócios com cigarro ilegal, Adilsinho também é apontado como integrante da cúpula do jogo do bicho no Rio. Ele teria ampliado sua área de atuação nos últimos anos, assumindo pontos na Zona Sul, no Centro e na Zona Norte da capital, além de manter influência na Baixada Fluminense, especialmente em Duque de Caxias. Segundo os investigadores, ele defendia a formação de uma “nova cúpula” da contravenção no estado. + Adilsinho também é conhecido no mundo do samba. Em 2024, tornou-se patrono da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, movimento interpretado como tentativa de reforçar prestígio e influência no meio do bicho — tradição histórica entre contraventores. Após a prisão, o contraventor foi levado para a Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Ainda nesta quinta-feira, ele deve ser encaminhado ao sistema prisional do Rio de Janeiro.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/adilsinho-um-dos-maiores-contraventores-do-rj-e-preso-pela-pf