Falas de Guimarães irritam Fazenda, que nega fim da taxa das blusinhas e aumento da dívida pública
Ministro das Relações Institucionais deu declarações que contrariam equipe econômica em encontro com a imprensa
Victoria Abel
16/04/2026, 19:34 • Atualizado em 16/04/2026, 19:34
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José Guimarães | Foto: Divulgação/PT
Integrantes do Ministério da Fazenda ficaram contrariados com as novas falas do ministro das Relações Institucionais, José Guimarães. Técnicos da equipe econômica voltaram a negar a revogação da chamada “taxa das blusinhas” e disseram que a medida é de suma importância para a indústria brasileira.
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Além de defender o fim do imposto de importação para as compras de até U$50, Guimarães afirmou que o Brasil poderia ampliar sua dívida pública para evitar prejuízos à população, em meio aos impactos da guerra.
“Nós não podemos transferir para a população os prejuízos dela. Se tiver que, na minha opinião, aumentar o endividamento do país para salvar a economia popular, tem que fazer", disse Guimarães.
A afirmação foi rechaçada pela Fazenda, que destacou a busca pelo equilíbrio fiscal, mesmo em meio a subvenção dos combustíveis.
O governo publicou nesta semana o decreto de subvenção para o diesel importado, fixado em R$ 1,20 por litro. Desse total, metade será bancada pela União e a outra metade pelos estados que aderirem ao programa. O custo estimado é de R$ 4 bilhões.
Falas de Guimarães irritam Fazenda, que nega fim da taxa das blusinhas e aumento da dívida públicaMinistro das Relações Institucionais deu declarações que contrariam equipe econômica em encontro com a imprensaEconomia2026-04-16T19:34:14.249ZIntegrantes do Ministério da Fazenda ficaram contrariados com as novas falas do ministro das Relações Institucionais, José Guimarães. Técnicos da equipe econômica voltaram a negar a revogação da chamada “taxa das blusinhas” e disseram que a medida é de suma importância para a indústria brasileira. Além de defender o fim do imposto de importação para as compras de até U$50, Guimarães afirmou que o Brasil poderia ampliar sua dívida pública para evitar prejuízos à população, em meio aos impactos da guerra. “Nós não podemos transferir para a população os prejuízos dela. Se tiver que, na minha opinião, aumentar o endividamento do país para salvar a economia popular, tem que fazer", disse Guimarães. A afirmação foi rechaçada pela Fazenda, que destacou a busca pelo equilíbrio fiscal, mesmo em meio a subvenção dos combustíveis. O governo publicou nesta semana o, fixado em R$ 1,20 por litro. Desse total, metade será bancada pela União e a outra metade pelos estados que aderirem ao programa. O custo estimado é de R$ 4 bilhões.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/falas-de-guimaraes-irritam-fazenda-que-nega-fim-da-taxa-das-blusinhas-e-aumento-da-divida-publica
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