Economia

Até quando a bolsa funciona? Veja horários do Ibovespa neste final de ano

No Brasil, o dia 31 de dezembro é considerado ponto facultativo; já o Ano Novo, em 1° de janeiro, é feriado nacional

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Exame.com
30/12/2025, 11:52 • Atualizado em 30/12/2025, 11:52
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Fachada da B3 | Divulgação/B3

Fachada da B3 | Divulgação/B3

A reta final do ano altera o funcionamento da Bolsa de Valores do Brasil, a B3. Embora a B3 venha operando normalmente desde a sexta-feira (26), o pregão será interrompido nos últimos dias de 2025 em função do feriado de Ano Novo.

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Não haverá negociações nesta quarta-feira (31), nem na quinta, 1º de janeiro. As operações da bolsa serão retomadas apenas na sexta-feira (02), quando o mercado volta a funcionar normalmente.

Pregão fechado nos dias 31 e 1° de janeiro

Desde 2022, a bolsa brasileira deixou de interromper suas atividades em feriados municipais e estaduais em São Paulo. Esse, no entanto, não é o caso do primeiro dia de 2025. O dia 1º de janeiro é feriado nacional por conta da Confraternização Universal, o que garante a suspensão total do pregão.

Já a véspera do Ano-Novo, 31 de dezembro, é considerada ponto facultativo após as 14h pelo calendário oficial do governo federal. No serviço público, os servidores são dispensados a partir desse horário sem prejuízo de remuneração. No setor privado, a liberação dos funcionários fica a critério de cada empresa.

Apesar disso, no caso da B3, a paralisação é integral. Não haverá negociação ao longo de todo o dia 31 de dezembro no mercado de renda variável, o que inclui ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos, renda fixa privada e ETFs de renda fixa.

Com isso, investidores terão de aguardar até o primeiro pregão de 2026, marcado para a sexta-feira, 2 de janeiro, para retomar as operações na bolsa brasileira.

Como foi o desempenho da Bolsa em 2025?

Embora o ano de 2025 tenha sido marcado por um alto interesse na renda fixa — afinal, a Selic chegou a 15%, maior nível desde 2006 —, a renda variável surpreendeu. A bolsa bateu a renda fixa e chegou a ficar perto dos 170 mil pontos.

Até a penúltima semana de 2025, ainda que meio distante da máxima do ano, o Ibovespa, principal índice acionário da B3, acumulava alta de 33,76% desde janeiro.

O movimento não era óbvio. No final do ano passado, a bolsa estava na casa dos 120 mil pontos e falava-se de dólar a mais de R$ 6 em 2025, com o cenário fiscal preocupando o investidor e levando a uma migração para a renda fixa. Hoje, o momento é diferente.

Para 2026, contudo, a expectativa do banco Safra é que o Ibovespa alcance, até o final do próximo ano, os 198 mil pontos, segundo os analistas Cauê Pinheiro, Carolina Carneiro, Yves Adam e Luana Nunes.

No início de dezembro, o head de investimentos do ASA, Rogério Freitas, avaliou que a bolsa brasileira poderia alcançar 300 mil pontos caso o Brasil passe por uma mudança relevante na política econômica a partir de 2026.

Por outro lado, caso ocorra a continuidade da política econômica atual, sem reformas e sem contenção do gasto público, o head da ASA não projeta perdas severas, mas um crescimento um pouco menor.

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