STF libera licitação de SP para gestão privada de escolas públicas
Presidente da Corte suspendeu decisão da Justiça paulista
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Agência Brasil , SBT News
20/03/2025, 02:26 • Atualizado em 20/03/2025, 02:26
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STF libera licitação de SP para gestão privada de escolas públicas | Foto: Pixabay
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, liberou nesta quarta-feira (19) a continuidade da licitação do governo de São Paulo para a concessão da gestão de 33 escolas públicas à iniciativa privada.
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No entendimento de Barroso, a possibilidade de Parceria Público Privada (PPP) apenas transfere a execução de determinadas atividades por um período definido e em condições contratuais, o que não implica na perda de titularidade do estado sobre a instituição de ensino.
A liberação do ministro contraria a decisão emitida pela Justiça paulista, que suspendeu a continuidade do processo licitatório após pedido do PSOL de São Paulo. No despacho enviado, o partido destaca que o Decreto 68.597/2024, do governador Tarcísio de Freitas, "viola diversos dispositivos constitucionais, comprometendo o direito à educação pública, gratuita e de qualidade, além de precarizar direitos de servidores e priorizar interesses privados em detrimento do interesse público".
A Parceira Pública Privada (PPP) de Novas Escolas, proposta pelo governo, prevê que 33 unidades de ensino estaduais sejam construídas e geridas administrativamente pela iniciativa privada, que será responsável por serviços como limpeza, manutenção, alimentação, vigilância e internet, por exemplo.
Segundo o governo estadual, o objetivo do projeto é modernizar a infraestrutura das escolas da rede estadual e garantir mais tempo para gestores e professores se dedicarem às atividades pedagógicas de ensino.
STF libera licitação de SP para gestão privada de escolas públicasPresidente da Corte suspendeu decisão da Justiça paulista
Brasil2025-03-20T02:26:56.614ZO presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, liberou nesta quarta-feira (19) a continuidade da licitação do governo de São Paulo para a concessão da gestão de 33 escolas públicas à iniciativa privada. No entendimento de Barroso, a possibilidade de Parceria Público Privada (PPP) apenas transfere a execução de determinadas atividades por um período definido e em condições contratuais, o que não implica na perda de titularidade do estado sobre a instituição de ensino. paulista, que suspendeu a continuidade do processo licitatório após pedido do PSOL de São Paulo. No despacho enviado, o partido destaca que o Decreto 68.597/2024, do governador Tarcísio de Freitas, "viola diversos dispositivos constitucionais, comprometendo o direito à educação pública, gratuita e de qualidade, além de precarizar direitos de servidores e priorizar interesses privados em detrimento do interesse público". A Parceira Pública Privada (PPP) de Novas Escolas, proposta pelo governo, prevê que 33 unidades de ensino estaduais sejam construídas e geridas administrativamente pela iniciativa privada, que será responsável por serviços como limpeza, manutenção, alimentação, vigilância e internet, por exemplo. Segundo o governo estadual, o objetivo do projeto é modernizar a infraestrutura das escolas da rede estadual e garantir mais tempo para gestores e professores se dedicarem às atividades pedagógicas de ensino. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/stf-libera-licitacao-de-sp-para-gestao-privada-de-escolas-publicas
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