Rodrigo Pacheco explica adiamento de sessão para análise de vetos presidenciais
Em coletiva, presidente do Congresso afirmou que prazo maior foi dado para que líderes possam encabular o máximo possível de acordos
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Samir Mello
Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Congresso Nacional, adiou a sessão para análise de 32 vetos presidenciais, que seria realizada na noite desta quarta-feira (24). Em entrevista coletiva, Pacheco afirmou que uma nova sessão será convocada entre os dias 7 e 9 de maio.
“De fato, não havia o mínimo consenso em relação a tudo que havia de projeto nessa sessão do Congresso. Então nós damos mais esse prazo para que os líderes possam encabular o máximo possível de acordos, sobretudo os vetos sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária Anual”, justificou Pacheco.
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Sobre as novas datas (7 e 9 de maio), o presidente do Congresso Nacional disse que serão definitivas. “Não haverá mais possibilidade de adiamento. Eu avisei isso ao líder Randolfe Rodrigues (Sem partido-AP). Já é um momento de deliberarmos a respeito desses vetos”, completou.
O adiamento é considerado uma vitória do governo, que temia derrotas, principalmente na questão da lei das “saidinhas” e no corte de mais de R$ 5 bilhões em emendas parlamentares. O Planalto tentava negociar uma nova data para a análise e acelerou a liberação do dinheiro de emendas para tentar evitar os reveses.
Rodrigo Pacheco explica adiamento de sessão para análise de vetos presidenciaisEm coletiva, presidente do Congresso afirmou que prazo maior foi dado para que líderes possam encabular o máximo possível de acordos
Brasil2024-04-24T23:29:50.980Z (PSD-MG), presidente do Congresso Nacional, adiou a sessão para análise de 32 vetos presidenciais, que seria realizada na noite desta quarta-feira (24). Em entrevista coletiva, Pacheco afirmou que uma nova sessão será convocada entre os dias 7 e 9 de maio. “De fato, não havia o mínimo consenso em relação a tudo que havia de projeto nessa sessão do Congresso. Então nós damos mais esse prazo para que os líderes possam encabular o máximo possível de acordos, sobretudo os vetos sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária Anual”, justificou Pacheco. Sobre as novas datas (7 e 9 de maio), o presidente do Congresso Nacional disse que serão definitivas. “Não haverá mais possibilidade de adiamento. Eu avisei isso ao líder Randolfe Rodrigues (Sem partido-AP). Já é um momento de deliberarmos a respeito desses vetos”, completou. O adiamento é considerado uma vitória do governo, que temia derrotas, principalmente na questão da lei das “saidinhas” e no corte de mais de R$ 5 bilhões em emendas parlamentares. O Planalto tentava negociar uma nova data para a análise e acelerou a liberação do dinheiro de emendas para tentar evitar os reveses.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/rodrigo-pacheco-explica-adiamento-de-sessao-para-analise-de-vetos-presidenciais