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Precipitação invernal: o que é o fenômeno previsto no Sul?

Neve, chuva congelada e outros fenômenos fazem parte desse grupo associado às baixas temperaturas

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Naiara Ribeiro
Neve e chuva congelada | Divulgação SECOMSC

Neve e chuva congelada | Divulgação SECOMSC

A onda de frio que avança pelo Centro-Sul do Brasil pode trazer um fenômeno pouco comum nesta quarta-feira (24). Em áreas da Serra do Sudeste do Rio Grande do Sul, onde ficam cidades como Pinheiro Machado, Piratini e Pedras Altas, há chance de precipitação invernal.

A previsão está relacionada ao frio intenso e à umidade que atua sobre a região. Em alguns pontos, os termômetros devem ficar próximos de 0°C, cenário que favorece esse tipo de fenômeno.

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Mas afinal, o que é precipitação invernal?

Quando as temperaturas ficam muito baixas, a água pode chegar ao solo de diferentes formas. A neve é a mais conhecida, mas não é a única. Chuva congelada e pequenos grãos de gelo também fazem parte do grupo chamado precipitação invernal.

Tipos de precipitação invernal e como cada fenômeno ocorre | Reprodução Climatempo/NOAA)
Tipos de precipitação invernal e como cada fenômeno ocorre | Reprodução Climatempo/NOAA)

Para esta quarta, a previsão para áreas do Rio Grande do Sul aponta principalmente para chuva congelada.

O fenômeno acontece quando a chuva encontra camadas de ar muito frio durante a queda e pode congelar antes de atingir o solo ou ao tocar superfícies geladas.

A chance de neve em flocos, nesse caso, é menor. Isso porque a combinação entre o frio intenso e a umidade disponível favorece mais a formação de chuva congelada na Serra do Sudeste gaúcha.

Frio intenso continua nos próximos dias

A onda de frio deve continuar ganhando força até quinta-feira (25). Entre os destaques da previsão estão:

  • geada em áreas da Região Sul e do sul de Mato Grosso do Sul;
  • temperaturas abaixo de 10°C em áreas do interior de São Paulo;
  • possibilidade de recordes de menor temperatura máxima do ano em algumas capitais.

A Climatempo diz que Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Campo Grande e Cuiabá podem registrar as menores temperaturas máximas de 2026 até agora.

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