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Os óbitos foram registrados em propriedades de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas.
A ração possivelmente contaminada é feita pela empresa Nutratta Nutrição Animal Ltda. Também nesta quarta, foi revogada a decisão judicial que permitia a continuidade de produção e comercialização do produto, mesmo ração não destinada a cavalos.
Com isso, volta a valer a suspensão cautelar determinada pelo Ministério, que condiciona a retomada das atividades à correção de todas as irregularidades encontradas. Segundo a pasta, isso ainda não ocorreu.
O SBT News entrou em contato com a empresa, mas não obteve retorno até a publicação deste texto.
Em todas as propriedades investigadas, os cavalos que adoeceram ou morreram haviam consumido produtos da Nutratta. Já os animais que não ingeriram a ração permanecem saudáveis, mesmo em contato com os demais.
A apuração do caso começou em 26 de maio, após a primeira denúncia. Análises realizadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) identificaram a presença de alcaloides pirrolizidínicos — substâncias altamente tóxicas, proibidas por lei.
As investigações indicam que a contaminação teve origem na matéria-prima, que continha resíduos de plantas do gênero Crotalaria, responsáveis pela liberação da toxina. O Ministério da Agricultura ainda aguarda os resultados de análises adicionais para decidir os próximos passos da apuração.
Número de cavalos mortos por ração contaminada sobe para 284, diz governoAnimais morreram após ingerirem alimento com substância tóxica; empresa segue proibida de produzir raçõesBrasil2025-07-23T21:23:02.831ZSubiu para 284 o número de cavalos mortos por consumirem ração contaminada com uma substância tóxica, Os óbitos foram registrados em propriedades de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas. A ração possivelmente contaminada é feita pela empresa Nutratta Nutrição Animal Ltda. Também nesta quarta, foi revogada a decisão judicial que permitia a continuidade de produção e comercialização do produto, mesmo ração não destinada a cavalos. Com isso, volta a valer a suspensão cautelar determinada pelo Ministério, que condiciona a retomada das atividades à correção de todas as irregularidades encontradas. Segundo a pasta, isso ainda não ocorreu. O SBT News entrou em contato com a empresa, mas não obteve retorno até a publicação deste texto. Em todas as propriedades investigadas, os cavalos que adoeceram ou morreram haviam consumido produtos da Nutratta. Já os animais que não ingeriram a ração permanecem saudáveis, mesmo em contato com os demais. A apuração do caso começou em 26 de maio, após a primeira denúncia. Análises realizadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) identificaram a presença de alcaloides pirrolizidínicos — substâncias altamente tóxicas, proibidas por lei. As investigações indicam que a contaminação teve origem na matéria-prima, que continha resíduos de plantas do gênero Crotalaria, responsáveis pela liberação da toxina. O Ministério da Agricultura ainda aguarda os resultados de análises adicionais para decidir os próximos passos da apuração. Leia também: São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/numero-de-cavalos-mortos-por-racao-contaminada-sobe-para-284-diz-governo