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Em uma das gravações, às 22h20 do dia 11, Cláudio aparece deixando um prédio com a bicicleta, que, segundo a família, pertencia a uma das irmãs dele. As imagens foram entregues à Polícia Civil e são usadas para contestar a acusação de que a bicicleta teria sido furtada.
Depois, Cláudio foi abordado por um segurança de um estabelecimento na Rua Barata Ribeiro. Segundo a investigação, ele teria sido acusado de estar com uma bicicleta roubada. O segurança afirmou em depoimento que reteve o veículo até a chegada do suposto proprietário.
Novas imagens registram Cláudio sentado na escada da portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, aparentemente sozinho, após a abordagem. Na sequência, dois entregadores chegam de bicicleta. Um terceiro homem chega em seguida carregando um pedaço de madeira.
As gravações mostram toda a agressão. Cláudio, sentado nas escadas da portaria de um prédio, é confrontado e atingido diversas vezes com pauladas e chutes durante cerca de seis minutos. Mesmo depois de cair no chão e aparentar dificuldade para se levantar, ele continua sendo golpeado.
Ao final da ação, o homem com o pedaço de madeira aparece pegando o celular de Cláudio e fazendo fotos da vítima. Depois, o trio deixa Cláudio sozinho caído na via.
Após ser agredido, Cláudio foi levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiu. Segundo informações repassadas à família, ele morreu em decorrência de traumatismo craniano e hemorragia interna.
Família contesta acusação
Familiares afirmam que a bicicleta não havia sido furtada e que pertencia a uma das irmãs de Cláudio. Segundo a família, ele havia saído de casa e seguiria para Copacabana.
A mãe e as irmãs da vítima já prestaram depoimento à Polícia Civil. Familiares também afirmaram que Cláudio tinha problemas cognitivos e fazia acompanhamento.
"A bicicleta da minha irmã estava sendo utilizada pelo meu irmão. Ele abordou meu irmão e supôs que ele era um ladrão, agrediu ele e deixou com que outros homens levassem ele para a rua Felipe de Oliveira, uma rua escura, para matá-lo", relatou Fabiana Motta Landeiro Hansen, outra irmã de Cláudio, em vídeo nas redes sociais.
A mãe da vítima, Ana Luísa, disse estar revoltada com a morte do filho. Segundo ela, Cláudio não tinha antecedentes criminais.
O 12º Distrito Policial de Copacabana investiga o caso. O segurança apontado como responsável pela acusação presta depoimento nesta tarde.
A Polícia Civil analisa as imagens de segurança e realiza outras diligências para esclarecer as circunstâncias da morte e identificar a responsabilidade de cada envolvido.
Nova imagem mostra espancamento que matou rapaz no RioCláudio Rafael Landeira foi acusado de roubo, mas circuito mostra ele saindo de casa com a bicicleta; Polícia Civil investiga o casoBrasil2026-08-20T18:17:02.944ZNovas imagens de câmeras de segurança ajudam a esclarecer a sequência de acontecimentos que terminou na . Os registros mostram tanto o momento em que ele sai de casa usando uma bicicleta quanto as agressões sofridas na madrugada do dia 12 de agosto. Em uma das gravações, às 22h20 do dia 11, Cláudio aparece deixando um prédio com a bicicleta, que, segundo a família, pertencia a uma das irmãs dele. As imagens foram entregues à Polícia Civil e são usadas para contestar a acusação de que a bicicleta teria sido furtada. Depois, Cláudio foi abordado por um segurança de um estabelecimento na Rua Barata Ribeiro. Segundo a investigação, ele teria sido acusado de estar com uma bicicleta roubada. O segurança afirmou em depoimento que reteve o veículo até a chegada do suposto proprietário. Novas imagens registram Cláudio sentado na escada da portaria de um prédio na Rua Felipe de Oliveira, aparentemente sozinho, após a abordagem. Na sequência, dois entregadores chegam de bicicleta. Um terceiro homem chega em seguida carregando um pedaço de madeira. As gravações mostram toda a agressão. Cláudio, sentado nas escadas da portaria de um prédio, é confrontado e atingido diversas vezes com pauladas e chutes durante cerca de seis minutos. Mesmo depois de cair no chão e aparentar dificuldade para se levantar, ele continua sendo golpeado. Ao final da ação, o homem com o pedaço de madeira aparece pegando o celular de Cláudio e fazendo fotos da vítima. Depois, o trio deixa Cláudio sozinho caído na via. Após ser agredido, Cláudio foi levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiu. Segundo informações repassadas à família, ele morreu em decorrência de traumatismo craniano e hemorragia interna. Família contesta acusação Familiares afirmam que a bicicleta não havia sido furtada e que pertencia a uma das irmãs de Cláudio. Segundo a família, ele havia saído de casa e seguiria para Copacabana. A mãe e as irmãs da vítima já prestaram depoimento à Polícia Civil. Familiares também afirmaram que Cláudio tinha problemas cognitivos e fazia acompanhamento. "A bicicleta da minha irmã estava sendo utilizada pelo meu irmão. Ele abordou meu irmão e supôs que ele era um ladrão, agrediu ele e deixou com que outros homens levassem ele para a rua Felipe de Oliveira, uma rua escura, para matá-lo", relatou Fabiana Motta Landeiro Hansen, outra irmã de Cláudio, em vídeo nas redes sociais. A mãe da vítima, Ana Luísa, disse estar revoltada com a morte do filho. Segundo ela, Cláudio não tinha antecedentes criminais. Investigação O 12º Distrito Policial de Copacabana investiga o caso. O segurança apontado como responsável pela acusação presta depoimento nesta tarde. A Polícia Civil analisa as imagens de segurança e realiza outras diligências para esclarecer as circunstâncias da morte e identificar a responsabilidade de cada envolvido. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/nova-imagem-mostra-espancamento-que-matou-rapaz-no-rio